Estive essa sema na exposição Helmut Newton, um fotógrafo de editoriais de moda que
sem querer ou querendo fazia do seu trabalho uma obra de arte. Suas produções eram sempre muito ousadas e diferentes. Newton adorava fotografar mulheres que ele considerava de personalidade, poderosas, glamurosas, independentes e de preferência, nuas. Ele dizia que uma foto de editorial de moda poderia parecer qualquer coisa, menos uma foto de editorial de moda, então levava sua imaginação longe para clicar. Cenas de morte, cenas sensuais, sadomasoquismo, erotismo e qualquer outra ideia que chocasse poderiam fazer parte da sua obra.
Na mostra, sua esposa, June Newton apresenta um filme sobre sua ótica do trabalho do marido.
A exposição vale muito a pena, e fica até o dia 17 de junho no Grand Palais de Paris. A entrada custa 11 euros.
História de vida
Nascido em Berlim, na Alemanha e filho de um fabricante de botões judeu-alemão e de uma americana, Newton fugiu do seu país natal em 1938, aos 18 anos, durante a perseguição nazista. Desde cedo interessado por fotografia, Newton se refugiou em Cingapura, onde trabalhou como fotografo para o Straits Times. Depois se instalou em Melbourne, onde mais tarde tiraria sua cidadania australiana. Entre idas e vindas mundo a fora, ele morou em Londres, Paris (cidade onde ganhou notoriedade por trabalhar na Vogue francesa), Monte Carlo e foi em Los Angeles, que ele viveu seus últimos anos, até que em 2004 sofreu um acidente de carro que colocou fim à sua vida.
FOTOS




inaugurado na cidade no dia 29 de fevereiro deste ano. A rede pertence ao grupo americano Starwood Hotels & Resorts, que é proprietário de nove marcas, entre elas: Westin, Méridien e o Sheraton. O W, marca trendy da empresa, já faz sucesso em varias cidades do mundo, como: Miami, Santiago, Nova Iorque e Barcelona.
Lafayette.





acompanhada de ratatouille. Para o prato principal, risoto de parmesão com trufas, raladas na hora.Maravilhoso! Ou para quem gosta de pratos mais tradicionais o macarrão ao molho de tomate e rúcula é uma boa opção.Na hora da sobremesa, não deixe de provar o tiramissu.




Cidadezinha pequena e charmosa. Ideal para casais, caso contrário uma passada rápida por lá já é o suficiente para conhecer tudo.


São as comidas típicas do Marrocos. O couscous consiste em sêmola de cereais, que é a base do prato e por cima coloca-se o sabor escolhido: uma espécie de ensopado de legumes e grão de bico com : frango ou cordeiro ou carne, ou tudo misturado. Uma delicia!
momento de servir o prato. Os pratos servidos no tagine são variados: franco com ameixas e amêndoas, cordeiro com legumes e etc.














entrada não passa de uma mera portinha na fachada de um aparentemente shopping, com uma escada para o subsolo.Isso mesmo.Inicialmente considerei como no mínimo exótico.Descendo as escadas dei de cara com uma mesa coberta por gelo e forrada por belíssimos frutos do mar, de todos os tipos e gêneros, cada um com sua plaquinha identificando o nome, tudo em catalão, obviamente. O ambiente me fez por
um instante sentir que estava em algum canto descolado de Nova Iorque, pois era bem urbano, moderno e charmoso ao mesmo tempo. O garçom falava vários idiomas e o cardápio era todo diferente, contendo uma mistura de comida japonesa fashion, vamos assim dizer, misturada com a deliciosa culinária mediterrânea, também fashion. Digo assim pois os pratos não eram nada óbvios ou tradicionais, porém os sabores, deliciosos. Comecei com um aperitivo, a Cava, espumante feito na região, depois pedimos um vinho branco da Catalunha, levemente doce, frutado e refrescante. De entrada optei pelo mais clássico possível dentre as opções, se é que podemos chamar um tartar de salmão sob uma salada de abacate e coberto por caviar de trutas, assim. Por isso que eu digo, é fashion. Depois desfrutei de um tagliatelle com camarões, temperos diversos, molho de tomate e outras cositas más….enfim, incrivelmente bom e diferente. 
















quanto dinheiro seria necessário para ter um desses e principalmente para manter todos aqueles funcionários, gasolina, diária do porto (que é uma fortuna) a própria manutenção e ainda os convidados, que não paravam de chegar para desfrutar de um serviço de hotel 5 estrelas, em pleno iate, um verdadeiro deslumbre. Os turistas ficam ali, parados e maravilhados, tirando várias fotos.
jovens milionários ostentam poder e se divertem abrindo as gigantescas garrafas de vinho rosê, rodeados por belas mulheres. Mas esse estava longe de ser o nosso objetivo da viagem.Queríamos descansar e curtir praia no simples estilo brasileiro de ser. Sentamos no restaurante Nioulargo, um charmoso ambiente, que também faz o serviço de praia, aluga cadeiras e etc. Almoçamos um peixe que já disse por aqui que adoro, o Sole, estava divino! O serviço também muito bom e aliás, todo mundo muito simpático na Cote d’azur, mas volto nesse assunto depois.
desses que compramos nas padarias brasileiras, pois é feita com um creme inglês no meio de um pãozinho doce e com cobertura de açúcar, hummmm! Mas o gosto é diferente do nosso sonho. Em todo restaurante que se preze na cidade ela está no cardápio, assim como nas boulangeries. É obrigatório experimentar!