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Outubro

Aquecimento Global é tema de Feira Cultural

O Aquecimento Global foi o tema da Feira Cultural do Colégio Via Sapiens, realizada no dia 26 de outubro. Alunos da educação infantil, ensino fundamental e médio desenvolveram projetos de pesquisa que resultaram em maquetes, exposição de arte, cinema, teatro, e até poesias.

A volta do hidroavião Jahú, 80 anos depois

Aeronave usada em viagem pioneira da África ao Brasil foi reformada por 3 anos

Sexta-Feira, 26 de Outubro de 2007 - Estadão de Hoje / Metrópole

Valéria França

Finalmente o Hidroavião Jahú está pronto. Foram quase três anos de reforma - exatamente 12.500 horas de trabalho - para que a aeronave ficasse exatamente igual ao dia em que decolou do Arquipélago de Cabo Verde, na costa africana, na manhã de 28 de abril de1927. Nesse dia, João Ribeiro Barros, então com 27 anos, pilotou a aeronave até o Arquipélago de Fernando de Noronha, em 12 horas, a 190 quilômetros por hora - velocidade que durante dez anos se manteve recorde.
Responsável pela sua recuperação, a Helipark, empresa de serviços para helicópteros, localizada em Carapicuíba, na região metropolitana de São Paulo, entrega hoje o avião numa cerimônia especial à Fundação Santos Dumont, que tem a posse do Jahú. A empresa de helicópteros não trabalhou sozinha. O restauro veio de uma parceria entre o Ministério da Aeronáutica (4º Comar), a Fundação Santos Dumont e a Aeronáutica Italiana. Também contou com o apoio do Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico de São Paulo (Condephaat) - sim, o avião é tombado pelo instituto - e da família do piloto João Ribeiro Barros.
"Quando encontramos o Jahú, ele estava abandonado num hangar do Aeroporto Campo de Marte (zona norte de São Paulo)", diz Elson Sterque, diretor técnico da Helipark. "Ele estava corroído por cupim e pela umidade. Tivemos que reconstruir 40% da carcaça." Agora imponente, pintado de vermelho vivo, ele até parece que pode voar novamente. "Mas não pode", diz Sterque. "Apesar de parecer novo, parte dele foi apenas recuperada e não podemos garantir a resistência desse material 80 anos depois que o avião cumpriu seu grande feito."
Mesmo depois de tanto tempo, a aeronave impressiona pela tecnologia com que foi construida na época. O motor Isotta Fraschini, de 1924, tem bomba dupla de gasolina. Isso quer dizer que se uma falhasse a outra entraria em ação. A tampa das válvulas é de alumínio, um material raro para a época. Ao todo são dois motores que ficam no alto do avião.
Se comparado aos modelos modernos, o Jahú, um S 55, da italiana Savoia Marchetti, parece um trambolho. Tem 24 metros de largura e 16,20 metros de comprimento e, vazio, pesa 4,5 toneladas. O espaço interno foi desenhado para comportar até 20 pessoas.
A Helipark aproveita a cerimônia de entrega do avião para apresentar uma nova tecnologia, a blindagem de vidros contra choque de urubus (leia abaixo). Na cerimônia também será decidido para onde vai o Jahú. A família do piloto João Ribeiro Barros e a prefeitura de Jaú querem que o avião fique na cidade no interior paulista. Para isso, a prefeitura abriu um processo de desapropriação do bem, e Ismael Ribeiro de Barros, sobrinho do piloto, um outro de reintegração de posse. Enquanto a Justiça não resolve, a Fundação Santos Dumont decide o destino do hidroavião. "Quem tem a melhor estrutura para abrigar e conservar o avião é o museu da TAM, em São Carlos (SP)", diz José Vicente Checchia, presidente da fundação.

Polícia prende suspeito de enviar pó verde para 20 embaixadas

Homem foi identificado com base nas análises de impressões digitais.
Suspeito postou da Vila Leopoldina e foi localizado em Itapevi.

26/10/2007 - Do G1, em São Paulo

Em uma operação conjunta com a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), as polícias Civil e Federal (PF) identificaram e prenderam, na noite desta quinta-feira (25), um suspeito de postar cartas contendo ameaças à sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e às embaixadas de vários países, em Brasília. O homem inseria um pó verde, que ainda está sendo analisado por peritos da Polícia Técnico-Científica, nos envelopes enviados.
As cartas foram despachadas para pelo menos 20 embaixadas. Durante dois dias, o caso mobilizou várias divisões da polícia e ainda deixou em alerta a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP).
O serviço de segurança no transporte de correspondências também foi reforçado.
De acordo com o delegado Paulo Bicudo, da Divisão de Inteligência da Polícia Civil (Dipol), o rapaz ameaçou também enviar pelo correio explosivo ou vírus.
As correspondências estão em poder da PF. Os envelopes foram postados a partir do Bairro Vila Leopoldina, na Zona Oeste de São Paulo, e o homem foi localizado em Itapevi, na região metropolitana.
O suspeito está sendo ouvido neste momento, no Palácio da Polícia, no Centro de São Paulo, sede da Dipol e do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Segundo a polícia, ele admitiu ter enviado cartas às embaixadas em Brasília, além de várias entidades e empresas.
Nas cartas, ele escrevia como remetente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Impressões digitais
As pistas que levaram a polícia a identificar o suspeito foram deixadas pelo próprio homem. Numa carta enviada à escola em que foi aluno, ele pediu o currículo escolar, escreveu o próprio nome e ainda ameaçou uma diretora. A polícia também o identificou através das impressões digitais deixadas nos envelopes postados.
O suspeito será examinado por médicos, psiquiatras e psicólogos. À polícia afirmara ser integrante da Jihad Islâmica. Ele deve ser indiciado por crime de contravenção - falso alarme -, cuja pena prevê, em caso de condenação, detenção por um período que varia de 15 dias a seis meses.

Delegado e toda a sua família são encontrados mortos em Cotia

Policial, sua mulher e filhos de 13 e 23 anos foram baleados na chácara onde moravam.
Ao lado dos corpos foram localizadas balas e armas: pistola 45 e revólver 38.

Sérgio Lorena - Do G1, em São Paulo

O delegado Nelson Neves de Oliveira, sua mulher e os dois filhos do casal foram encontrados mortos em uma chácara no bairro Caucaia do Alto, na região de Cotia, Grande São Paulo, na noite desta terça-feira (16). As polícias Civil e Militar (PM) e a Guarda Civil da cidade ainda investigam as circunstâncias do crime
Os corpos do delegado, que tinha 47 anos, de sua mulher Marily Batista Pessoa de Oliveira, de 49 anos, e dos filhos Nelson Deric de Oliveira, 13, e Nadine Luise Neves, 23, foram encontrados por uma equipe da Guarda Civil de Cotia. Todos foram baleados no interior do imóvel onde moravam, localizado na Estrada dos Neves.

Prefeitura de Cotia terá de demitir quase 800 funcionários

Ministério Público diz que admissões não foram por concurso.
Prefeitura tem até 31 de dezembro para cumprir decisão.

16/10/2007 - 19h08 - Atualizado em 16/10/2007 - 20h35

A prefeitura de Cotia, na Grande São Paulo, tem até o fim de dezembro para demitir quase 800 funcionários. O Ministério Público do Trabalho considerou nesta terça-feira (16) a contratação irregular. Eles foram admitidos sem concurso público, como mostrou uma reportagem do SPTV.
Só em fevereiro, a prefeitura de Cotia fez 373 contratações, todas sem concurso. Na época, alegou que esses funcionários pertenciam à Pró-Cotia, uma companhia municipal que foi extinta.
Os promotores não se convenceram e a administração municipal teve de assinar um acordo com o MP se comprometendo a mandar embora até 31 de dezembro 764 funcionários de cargos comissionados. Em caso de descumprimento do termo, a multa aplicada é de R$ 50 mil, além de mais R$ 10 mil por funcionário não demitido.
O Ministério Público também investiga outra denúncia contra a prefeitura: a contratação de funcionários fantasmas que receberiam mais de R$ 8 mil por mês. Um morador da periferia teve o nome dele usado, mas nunca recebeu salário da prefeitura.

Embaixador da Unicef, Massa quer vitória no GP do Brasil

Piloto da Ferrari pode igualar marca de Emerson Fittipaldi se vencer em Interlagos de forma consecutiva

quarta-feira, 10 de outubro de 2007, 14:20 | Online

COTIA - Nomeado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) como "Campeão para as Crianças Brasileiras", no combate à pobreza, o piloto brasileiro, Felipe Massa, da Ferrari, participou de uma volta ciclística de cerca de cem crianças de comunidades carentes, no Kartódromo da Granja Viana, na cidade de Cotia, na Grande São Paulo, nesta quarta-feira.
Após dar a bandeirada para a corrida e colocar uma bicicleta com seu autógrafo para leilão, Massa não escondeu seu desejo em repetir o feito do ano passado, quando venceu o GP do Brasil.
"Eu sei que a corrida pelo título está sendo muito disputada, mas eu espero repetir o feito do ano passado, para, quem sabe, fechar o ano com chave de ouro."
Felipe Massa é o atual quarto colocado da temporada da Fórmula 1, com 86 pontos, 22 a menos que o líder Lewis Hamilton, da McLaren. Sem chances de lutar pelo título, o piloto brasileiro deve ajudar seu companheiro de equipe, Kimi Raikkonen, que tem chances remotas de ser o campeão.
Massa quebrou o jejum de vitórias brasileiras no GP do Brasil no ano passado, que perdurou por 13 anos. Caso vença a edição deste ano, o piloto de Botucatu igualará a marca de Emerson Fittipaldi de vitórias consecutivas em casa. O ex-piloto venceu as edições de 1973 e 74, justamente no Autódromo José Carlos Pace.

Desmanches na Raposo desmontavam até oito carros por dia

Publicada em 09/10/2007
Fabiana Parajara, O Globo Online


SÃO PAULO - Policiais de Carapicuíba, na Grande São Paulo, estouraram dois desmanches de carros na Rodovia Raposo Tavares na noite desta segunda-feira. Sete pessoas foram presas e serão indiciadas por receptação e formação de quadrilha. Os desmanches estavam localizados no km 30 da Raposo Tavares e eram vizinhos. De acordo com o delegado Fabio Alcântara, os dois locais foram descobertos por investigadores.
- Por dia, entre três e quatro carros eram desmanchados ali - afirma.
Em um dos desmanches, os policiais recuperaram um Gol que já estava completamente desmontado. O dono do local foi preso em flagrante. No segundo estabelecimento, um Pálio roubado era desmontado. Seis pessoas foram presas: quatro funcionários, o gerente e o dono. Todos os presos serão encaminhados para o Centro de Detenção Provisória de Cotia, na Grande São Paulo. De acordo com o delegado, muitas peças de automóveis foram apreendidas e serão investigadas.

Em plena briga judicial por posse, hidroavião terá museu provisório

Jornal da Cidade de Bauru - JCNet

09/10/2007

Davi Venturino

Jaú - Para tentar apressar a Justiça, que deve decidir quem fica com a posse do hidroavião Jahu (aeronave em que o comandante aviador João Ribeiro de Barros atravessou o Atlântico há 80 anos), o sobrinho do aviador deverá ir na próxima semana a Cotia, junto com o advogado da família para detalhar ao juiz responsável pelo processo sobre o projeto do museu provisório que deve ser criado em Jaú para abrigar o avião.
A “briga” pela posse do hidriavião corre na Justiça há quase dois anos. A Fundação Santos Dumont e os familiares de João Ribeiro de Barros, mais a Prefeitura de Jaú, disputam judicialmente a responsabilidade de abrigar a peça histórica.
O sobrinho do aviador, Imael Ribeiro de Barros Filho, explica que a família não quer ficar com o avião, mas sim conseguir um local apropriado para que a peça seja exposta à coletividade. “Na realidade, a família não quer o avião de volta. Ninguém tem onde guardar uma peça dessas. E eu imagino a responsabilidade de alguém de ficar com ela, tendo em vista que pode acontecer qualquer coisa. É um bem que não é mais da família. É da coletividade porque é uma peça histórica e única. Não existe outra no mundo”, comenta.
Apesar de ser consenso da família do aviador de que a melhor solução é o avião ser levado para Jaú, o problema que existia, até então, era que não havia um lugar apropriado para abrigá-lo na cidade enquanto o museu que está sendo criado pelo município não fica pronto.
Agora, surge uma alternativa que, na opinião de Barros Filho, pode ser um ponto a favor para que o avião fique em Jaú. “A Prefeitura de Jaú e a família fizeram uma série de tratativas e conseguiu da Camargo Corrêa uma área onde funciona o Pólo Empresarial Jauense. Dentro desta área existe um galpão, que já foi vistoriado pela Secretaria da Cultura do Estado, junto com uma museóloga, e que abrigaria temporariamente o hidroavião enquanto o outro museu não ficasse pronto”, revela.
O Pólo Empresarial Jauense foi inaugurado em junho deste ano. Com capacidade para abrigar pelo menos 40 empresas, o empreendimento, de propriedade do Grupo Camargo Corrêa, fica próximo à rodovia Comandante João Ribeiro de Barros.
“Esse museu é um projeto de comum acordo, a Camargo Corrêa está junto. Tem vários empresários juntos que vão fazer esses processos de captação de recursos incentivados para fazer o museu, uma coisa muito bonita, e nós vamos deixar o avião lá, além de todo o acervo”, detalha.

Cotia

Na próxima semana, Barros Filho pretende ir até Cotia, que é a Comarca onde corre o processo sobre a posse do hidroavião, para conversar com o juiz que analisa o caso. De acordo com Barros Filho, este já é o terceiro juiz que analisa o processo, o que estaria dificultando uma decisão.
“Eu estou para ir em Cotia, porque está correndo lá o processo. Quero conversar com o juiz e explicar sobre isso. Eu já fiz uma vez mas era uma juíza substituta, mas mudou e agora é o terceiro juiz que passa por lá e começa tudo de novo”, comenta.
O sobrinho do aviador explica que a ida do avião para este galpão provisório seria uma solução enquanto houvesse a captação de recursos para preparar o museu definitivo. “Eu gostaria de colocar agora para o juiz todos esses passos”, completa.

Polícia apreende galos e fecha suposta rinha em Embu

Folha Online

Um papagaio e 25 galos foram apreendidos na tarde deste sábado em uma chácara em Embu, na Grande São Paulo, onde supostamente ocorriam rinhas. Segundo informações da delegacia da cidade, alguns galos estavam machucados.
Uma denúncia anônima levou a polícia ao local, na estrada da Saxônia. Os policiais afirmam que chegaram no momento em que aconteciam as brigas de galo.
Seis pessoas foram presas, entre elas a dona da chácara. Outras conseguiram fugir.
Os galos foram levados para cuidados de uma pessoa cujo nome não foi revelado. Já o papagaio foi encaminhado para a Polícia Militar Ambiental.
A dona do local receberá multa e responderá por crime ambiental. A polícia não confirmou se ela já prestou depoimento ou se tinha advogado constituído.

São Paulo: Polícia Civil estoura fábrica de cigarros falsificados na Grande São Paulo

Data: 06/10/2007

Após cerca de quatro meses monitorando uma quadrilha de falsificadores de cigarros, policiais do Decap (Departamento de Polícia Judiciária da Capital) fecharam hoje (5) uma fábrica, no quilômetro 25 da Rodovia Raposo Tavares, na Grande São Paulo. Quatro pessoas foram presas na operação e, segundo o delegado Aldo Galiano, diretor do Decap, dentre o material apreendido, foram encontrados documentos com a contabilidade da empresa desde 1994, o que pode comprovar que a quadrilha está há um bom tempo em atividade.
Uma gráfica funcionava no local como fachada para esconder as atividades criminosas do grupo. Na ação da polícia, que ocorreu por volta das 11 horas da manhã, foram presos um químico, um técnico em gráfica, o dono da fábrica e um sócio. A gráfica, na verdade, era utilizada para a confecção das embalagens dos cigarros e também dde medicamentos. Lá dentro, também era produzido o papel de alumínio que vem dentro dos maços, que, no Brasil, só é feito na Casa da Moeda.
De acordo com Galiano, a quadrilha age de forma diferenciada, pois não trabalha com o contrabando de cigarros. Ao contrário, eles são produzidos aqui e exportados para outros países. Nenhum cigarro foi encontrado na fábrica. Galiano informou que a Polícia Federal estourou ontem um sítio em Piedade, região de Sorocaba, que era utilizado pela mesma quadrilha para armazenar fumo.
Os policiais do Decap apreenderam também um maquinário utilizado para a confecção das embalagens que, segundo o diretor, vale mais de cinco milhões de reais. Outro fator que deve prolongar as investigações são os documentos encontrados, comprovando a ligação da quadrilha com cerca de outras 40 empresas que adquiriam embalagens do bando.

Incêndio em inauguração de obra em SP

G1

Um pequeno incêndio foi registrado durante a inauguração da obra Contorno de São Roque, na Grande São Paulo, neste sábado (06). O fogo foi provocado por fogos de artifício que saudavam o governador de São Paulo, José Serra, na inauguração.
Os funcionárioss da concessionária ViaOeste, que administra a rodovia Raposo Tavares, logo conseguiram controlar o fogo com a ajuda do caminhão pipa.
O contorno, localizado entre o km 58,5 e o km 63,6 da Raposo Tavares, vai tirar o tráfego rodoviário do centro da cidade de São Roque.
A intenção do governo com a obra é aumentar a segurança e levar mais conforto aos que trafegam pela rodovia com destino de São Paulo, Cotia, Vargem Grande Paulista, Ibiúna e São Roque com destino a Sorocaba ou vice-versa.
Obra deve aliviar o tráfego de veículos na região de São Roque, Cotia e Ibiúna. A construção de um dispositivo em desnível também proporciona mais segurança aos motoristas que acessam a Raposo Tavares com destino a Ibiúna.

Acidente no Rodoanel deixa 14 feridos na região de Cotia

Colaboração para Folha Online

Um acidente no km 23 do Rodoanel, na região de Cotia (Grande São Paulo), deixou 14 pessoas feridas --sendo um em estado grave-- neste domingo.
De acordo com informações do Dersa, o acidente aconteceu quando o motor de uma Kombi, que transportava 17 pessoas para Cotia, fundiu. A pane fez com que o automóvel parasse no meio na pista externa do Rodoanel, no sentido da rodovia Régis Bittencourt. Parada, a Kombi foi atingida na parte traseira por um caminhão.
Com a colisão, a Kombi capotou, deixando 14 feridos. Os passageiros foram socorridos por ambulâncias do Dersa, Samu (Serviço de Atendimento Médico de Urgência) e do Corpo de Bombeiros e estão sendo atendidos em três prontos socorros da região de Osasco e Barueri (Grande São Paulo).

A Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp) está em estado de alerta

Agencia Estado

As principais represas que abastecem São Paulo registram nível de armazenamento muito baixo. E a previsão do tempo para chuvas não é nada animadora. Devem ocorrer com mais força somente no final de outubro. De acordo com o presidente da Sabesp, Gesner Oliveira, a campanha para uso racional de água será intensificada na mídia. “Mas também há a possibilidade de remanejamento entre as represas que estiverem com nível de água mais alto.
Como todo nosso sistema é integrado, podemos fazer o remanejamento de água quando houver necessidade. Estamos no estágio de intenso monitoramento da situação e também de aumentar a campanha de uso racional. O momento é de muita atenção, mas a situação ainda não justifica medidas drásticas”, afirmou Oliveira.
O monitoramento citado por Oliveira é o acompanhamento diário do consumo, cujos dados são cruzados com os números da quantidade de chuva e temperatura. O nível de temperatura afeta o consumo da população. A Sabesp produz hoje cerca de 67 metros cúbicos por segundo de água tratada. O presidente da companhia disse que o sistema produtor de água na região metropolitana está hoje no “estágio 1”. “Ainda não é preciso entrar no estágio 2, de remanejamento entre as represas.”
Um terço da capacidade
O Sistema Cantareira, que abastece 55% da capital e Região Metropolitana de São Paulo (8,8 milhões de pessoas), estava ontem com 33,5% de sua capacidade. Há um ano, as seis represas que compõem o complexo registravam 40,6% nesse mesmo período. Em fevereiro último, atingiu o maior nível desde outubro de 2006, 51,6%, e depois veio caindo gradativamente por causa do alto consumo e da estiagem.
A pior fase nos últimos 30 anos do Cantareira foi registrada no dia 5 de outubro de 2003, quando o sistema chegou a 9,2% de sua capacidade, muito próximo de entrar em colapso.
Além da escassez de água, o principal sistema produtor de água paulista também enfrenta a ocupação irregular de suas margens e poluição. São 57% do seu território alterado por atividades humanas, segundo estudo do Instituto Socioambiental (ISA). Mais de 80% do esgoto produzido é despejado sem tratamento na represa.
Falta fiscalização
O governo do Estado não possui aparato para fiscalizar e coibir a ocupação no entorno da Cantareira. De acordo com documento enviado por Maria Therezinha Alves, diretora do Departamento de Uso do Solo Metropolitano (Dusm), da coordenadoria de licenciamento ambiental e de proteção de recursos naturais da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, ?a equipe técnica da Cantareira conta com dois técnicos que analisam e fazem vistorias?, o que dificulta a fiscalização.
“Face ao reduzido número de técnicos, não existe uma periodicidade de vistorias, que são realizadas em atendimento às demandas do Ministério Público, polícia e denúncias recebidas de particulares”, informou Maria Therezinha, em resposta a requerimento do deputado estadual Mário Reali (PT), feito sobre reportagem do jornal O Estado de S.Paulo, que em abril denunciou ocupação irregular no local.
Outra grande represa, a Guarapiranga, estava ontem com 38,5%, contra 40,6% de sua capacidade em outubro de 2006. Menos preocupante é a situação da Billings, que ontem atingiu 70,2%, contra 86,3% de outubro do ano passado.
O nível do Sistema Rio Claro registrou ontem 32,9%, Alto Tietê 47,5% e o Alto Cotia 62,4%. Apesar dos níveis diferentes, em comum em todos os seis sistemas há a chuva acumulada: zero nos últimos dias. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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