No dia 22 de fevereiro foi comemorado o Dia Internacional da Margarita, coquetel que aparece em quarto lugar na lista das receitas mais consumidas em todos os bares do mundo, segundo relatório mais recente da famosa publicação Drinks International. O drink sempre esteve entre os 10 mais vendidos, mas a quarta colocação é um novo recorde para este clássico.
O coquetel faz parte de uma estrutura de criações conhecida como “daisy”, que possuem sempre elementos cítricos, destilado e dulçor, presente na história desde o período Vitoriano. Muito popular no início do século XX, o combinado acima citado era batizado como Tequila Daisy, que trazia, já em seu nome, a bebida usada para produzir a receita. A primeira menção de um coquetel com esta alcunha surge em 1936, em uma publicação chamada Correio Moville, especificamente no artigo Graham’s Sighseeing, escrito pelo editor do jornal James Graham.
Contudo, uma das versões mais contundentes sobre a origem da Margarita remonta à década de 1948, quando uma socialite famosa chamada Margaret James ofereceu uma festa na cidade mexicana de Acapulco regada à margaritas – que viria a ganhar esse nome somente depois de seu regresso ao aeroporto.
Seja como for, o saboroso coquetel faz sucesso nos bares de São Paulo e Solara Bar e Animus Restaurante apresentam duas versões para você preparar e curtir em casa.
Classic Margarita, por Solara Bar
60 ml tequila prata
30 ml limão Taiti
30 ml cointreau
15 ml calda de açúcar
Modo de preparo
Em uma coqueteleira com gelo, adicione todos os ingredientes e bata vigorosamente. Coe a mistura e sirva em uma taça coupé previamente gelada, com sal na borda (caso queira).
Amorita, por Animus Restaurante
60 ml tequila prata
30 ml limão Taiti
50 ml concentrado de amora
20 ml licor de laranja
Modo de preparo
Em uma coqueteleira com gelo, adicione todos os ingredientes e bata vigorosamente. Coe a mistura e sirva em uma taça coupé previamente gelada, com flor de sal de amora na borda (caso queira).













