Cotia realiza previa de Conferência da Mulher

A Secretaria de Desenvolvimento Social deu início neste mês de agosto às pré-conferências da Mulher, com as beneficiárias dos programas sociais e também com representantes de entidades e da sociedade civil. Nos eventos, estão sendo apresentados os temas que serão discutidos durante a 2ª Conferência Municipal de Políticas para as Mulheres, que acontecerá no dia 2 de setembro, em Cotia.

Ao todo serão doze encontros para discussão dos temas definidos nos eixos centrais e que definem as prioridades que serão apresentadas como propostas na 2ª Conferência Municipal, para votação e representatividade no âmbito estadual e, posteriormente, em março de 2016, na esfera nacional.

Com base nos eixos centrais, os temas tratam da Contribuição dos Conselhos de Direitos da Mulher e dos Movimentos Feministas e de Mulheres para a efetivação da Igualdade de Direitos e Oportunidades; Estruturas Institucionais e Políticas Públicas Desenvolvidas para Mulheres no Âmbito Municipal, Estadual e Federal: Avanços e Desafios; Sistema Político com Participação das Mulheres e Igualdade e Sistema Nacional de Políticas para as Mulheres.

A partir dos temas abordados, os presentes destacaram como prioridade a atenção integral à saúde das mulheres; divulgação das ações desenvolvidas pelo Conselho da Mulher; capacitação para emprego com indicações para o trabalho; transporte, educação, ampliação dos serviços de convivência.

Para os moradores do bairro Jardim Japão, o evento está programado para o dia 26 de agosto na Rua Teófilo Otoni, 550, às 10 horas.

A Conferência da Mulher deve reunir representantes do governo e da sociedade civil, oportunidade em que serão eleitas as propostas de políticas públicas para mulheres a serem encaminhadas para as Conferências Estadual e Nacional, por meio das delegadas eleitas.

Durante a abertura dos trabalhos em Caucaia do Alto, a Subsecretária do Desenvolvimento Social, Angela Maluf, e a coordenadora do CRAS Caucaia, Maria Angélica, destacaram a importância de lutar para que as políticas públicas para mulheres sejam efetivas.  “Nós podemos mudar e garantir os nossos direitos por meio da participação”, declarou Angélica.

Angela Maluf também destacou a participação da comunidade. “São muitas as discussões pertinentes à mulher. Sem dúvida devemos ser tratadas com respeito, combater a agressividade contra mulher e não se calar diante da violência porque a omissão nos torna cúmplices”.

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