Recebemos um e-mail do leitor Antonio Cleiton Ramos Negreiro, que reside na Chácara Pavoeiro, em Cotia, com a reclamação que desde o inicio de fevereiro havia solicitado à Prefeitura, a remoção de árvores de uma área municipal caídas em meu quintal por conta das fortes chuvas de janeiro, porém não havia sido atendido.
“Os troncos dessas árvores danificaram, também, parte do muro do meu quintal, além de outras árvores internas da minha propriedade que sustentam os troncos caídos até o momento”, declarou Cleiton.
De acordo com o leitor, a solicitação foi protocolada na Prefeitura, devidamente instruída com fotos para melhor compreensão dos responsáveis, recebeu um número de protocolo sem prazo definido para solução do problema.
“Quando perguntamos sobre os prazos, somos orientados a acompanhar o processo pelo site oficial da Prefeitura que, invarialmente, sempre dá ao munícipe a mesma curta e evasiva resposta: ‘em andamento’, independentemente do tempo decorrido a partir da data de entrada do processo”, afirma.
Ao tentar contato telefônico, Cleiton ficou sabendo que o processo se transformou em um “turista municipal”. “Hoje está hospedado em uma das gavetas do Departamento Jurídico, amanhã no Setor Imobiliário, depois no Setor do Meio Ambiente e assim vai, de departamento a departamento, circulando sem solução o nosso processo pelos quatro cantos da Prefeitura”, diz Cleiton.
Entramos em contato com a Prefeitura de Cotia para saber sobre esta requisição do munícipe, e fomos informados que a Secretaria de Meio Ambiente informou que hoje (12/04) o processo foi encaminhado para a Defesa Civil, que tomará as devidas providências.
“Todos os processos protocolados na Prefeitura devem seguir os trâmites necessários para que cheguem ao setor responsável. Neste caso, foi encaminhado ao Departamento Jurídico por se tratar de um bolsão residencial”, declarou a Prefeitura por meio de sua assessoria.














