Para além de espaços encantadores e diversificados, como a sala de artes, a cozinha experimental e o Design Lab, a Sphere International School Granja Viana une excelência acadêmica ao trabalho com projetos inovadores, as unidades de investigação. De acordo com sua diretora pedagógica, Claudia Alvarenga, o projeto educacional da escola promove pensamento crítico e a formação global dos estudantes, valorizando áreas como design, sustentabilidade, artes, música, literatura, esportes e desenvolvimento social. “Aqui as crianças experimentam, investigam e agem, vivenciando experiências em inglês e português que contribuem para um amplo desenvolvimento”, explica.

Para quem visita pela primeira vez a escola, a geodésica instalada logo na entrada chama a atenção pela forma e pelo simbolismo: ali está uma síntese do que a escola quer comunicar desde o primeiro olhar. A cúpula remete ao globo terrestre, ao mundo diverso, multicultural e em constante movimento para o qual suas crianças estão sendo preparadas. É ali que os alunos chegam, se encontram e começam o dia. E é dali também que partem ao fim da jornada, depois de muitas experiências vividas em uma escola que faz de todos os seus espaços aliados do ensino.

Ambientes Educadores

Na Sphere International School Granja Viana, os ambientes estão a serviço da proposta pedagógica. Suas duas unidades, uma em frente à outra, foram pensadas para acolher alunos em período integral, conciliando currículo brasileiro e currículo internacional. O resultado é um conjunto de espaços amplos, iluminados, ventilados e cercados por natureza.

Biblioteca com espaços multiuso.

Na unidade 1, Esfera, onde ficam os alunos menores, de 2 a 9 anos, estão a biblioteca, o ateliê de arte, a cozinha experimental, o Design Lab, a sala de música, a enfermaria, o bosque, o circuito de águas, o parquinho de madeira e diferentes áreas externas, que convidam ao brincar e à investigação.

Um belo jardim interno, com lindas obras de arte encanta a quem chega na unidade 2, 14 Bis, de ensino fundamental anos finais.

 

Na unidade 2, 14 Bis, que atende estudantes a partir de 10 anos, há um belo prédio com jardim central, mezanino, salas de aula, salas de pequenas palestras, laboratório de ciências, biblioteca, sala de arte, Design Lab, refeitório, sala de jogos, espaço multiuso para exposições e uma maravilhosa sala de teatro com auditório para 250 pessoas. Há ainda, um detalhe que adiciona personalidade ao conjunto: obras de arte distribuídas por toda a parte nesta segunda unidade. No Design Lab, por exemplo, uma das obras é inteiramente composta por ferramentas, quase uma tradução visual do que se pode fazer ali com as “ferramentas” individuais de cada aluno.

Onde todo espaço pode virar sala de aula

A horta da escola é mais um dos espaços educadores da escola.

Se a arquitetura impressiona, a diretora Claudia Alvarenga faz questão de lembrar que o principal diferencial da Sphere não está apenas na estrutura, mas na forma como a aprendizagem acontece. “Esse espaço é muito privilegiado, mas o que nos diferencia é, principalmente, a prática de ensino. A forma como as crianças aprendem”, explica.

Na Sphere, o conhecimento não fica reduzido às salas de aula, às carteiras escolares e muito menos à lousa ou a um roteiro rígido de aula expositiva. Um montinho de terra embaixo de uma árvore é sinal de que algo diferente foi aprendido ali. É uma pista de investigação científica. Foi o que aconteceu quando uma turma do K3, com crianças de 3 anos, começou a se perguntar por que não via formigas na escola. A curiosidade levou a hipóteses, observação da natureza, tentativas de montar um formigueiro e novas perguntas. Nesse processo, as crianças não apenas descobriram algo sobre os insetos, como também exercitaram um percurso de pensamento que passa por observar, questionar, experimentar, rever ideias e buscar soluções. É iniciação científica desde a primeira infância.

É esse tipo de construção que a escola quer cultivar desde cedo. Não uma aprendizagem pronta, entregue ao aluno, mas uma vivência, em que o conhecimento ganha corpo à medida que a criança investiga o mundo que está ao seu redor.

No centro da cena, o aluno

A proposta pedagógica da Sphere é de base socioconstrutivista e se organiza a partir de um princípio muito claro: o aluno deve estar no centro do processo. Isso se reflete na disposição das salas, no trabalho em grupo, no papel do professor e até na forma de avaliar.

 

Nas salas de aula, as crianças geralmente se sentam em duplas ou grupos, longe da imagem tradicional das fileiras voltadas para um professor expositor. O docente circula, observa, provoca, orienta. Há lousa, explicações e momentos expositivos, claro. Mas eles aparecem dentro de um contexto em que o protagonismo maior está na troca entre os estudantes, nas hipóteses que levantam, nas conversas que constroem e nas estratégias de mediação do professor.

“A escola acompanha o desenvolvimento do aluno e faz com que ele avance”, afirma Claudia Alvarenga.

 

Essa visão ajuda a compreender a chamada aprendizagem visível, uma prática em que o educador observa o pensamento da criança em ação, ao mesmo tempo em que torna claro para o estudante o processo de aprender. Mais importante do que medir apenas o resultado final é perceber em que estágio a criança está, como raciocina, que recursos já mobiliza e que tipo de desafio pode ajudá-la a dar o próximo passo. Em vez de enquadrar o aluno, a escola assume a responsabilidade de criar caminhos para seu avanço.

Aprender em português e em inglês, com sentido

Espaços lúdicos e educativos.

Na Sphere, o bilinguismo não é acessório. Ele está no modo como a escola organiza o cotidiano e propõe as aprendizagens. As crianças aprendem em português e em inglês, mas sobretudo aprendem conteúdos por meio das duas línguas. O idioma, aparece integrado à experiência, abraçando o currículo nacional pela BNCC e internacional, orientado pelos programas do IB (Internacional Baccalaureate).

Na Educação Infantil, até os 5 anos, cerca de 80% do tempo escolar acontece em inglês porque essa faixa etária é considerada ideal para a imersão. Nesse período, o cérebro infantil apresenta alta plasticidade e aprende de forma mais natural, por meio das interações, brincadeiras, músicas e experiências do cotidiano. Diferentemente do aprendizado formal, a criança pequena vivencia a língua de maneira espontânea, o que favorece a pronúncia, a compreensão, a flexibilidade cognitiva e a ampliação cultural, tornando a aprendizagem mais significativa e integrada ao desenvolvimento infantil. Quando chega a fase de alfabetização, estrategicamente, a cargo horária em inglês diminui e o português aparece como protagonista, tendo a literatura como grande aliada nos anos iniciais do fundamental.

Em toda a vida escolar, os estudantes aprendem em duas línguas por meio de múltiplas experiências que proporcionam acesso diferenciado à construção do conhecimento, interação com as pessoas e diferentes culturas.

Unidades de Investigação: quando o conteúdo deixa de vir em caixinhas

Até o 5º ano, disciplinas como História, Geografia e Ciências Naturais, presentes no currículo escolar, a partir de 1º ano do fundamental, não aparecem fragmentadas em aulas isoladas. Na Sphere, elas surgem articuladas nas chamadas “units”, ou unidades de investigação. Na prática, trata-se de trabalhar grandes temas de forma transversal, em português e em inglês, conectando os conteúdos previstos na BNCC e no currículo internacional.

As “units” começam sempre com uma escuta, considerando levantamento de conhecimentos prévios: o que os alunos já sabem sobre aquele tema? A partir daí, o planejamento do projeto se desenha levando em conta suas perguntas, repertórios e hipóteses. O resultado é uma aprendizagem mais profunda, que não se limita a reproduzir dados e fatos, mas convida a compreender contextos, estabelecer relações e desenvolver pensamento flexível.

As crianças da Educação Infantil desenvolvem quatro unidades por ano; no Fundamental, são seis. Ao longo desse percurso, a escola procura mostrar que os conhecimentos não existem de forma isolada e que a realidade só pode ser entendida quando se aprende a conectá-los.

Educação Infantil: delicadeza, intencionalidade e potência

Cada cantinho é educativo.

Na Educação Infantil (Early Years) da Sphere, o cuidado com o ambiente é visível nos detalhes. Cada sala tem banheiro próprio, caminhas para a hora do descanso, livros, brinquedos, calendário, rotina do dia, cantos organizados e materiais acessíveis à altura das crianças. Nada parece aleatório. “Cada canto da sala tem um propósito”, explica a diretora.

Circuito das águas.

Do lado de fora, o parquinho de madeira reforça o clima acolhedor desse segmento. Mas a força da proposta está mesmo em reconhecer a infância como tempo potente de aprendizagem. Na Sphere Granja Viana, a criança pequena aprende com o corpo em movimento, com a escuta, com a repetição, com o brincar, com a imaginação e com as relações. O conhecimento começa antes mesmo de ser plenamente nomeado.

Essa mesma lógica atravessa outros ambientes, como a horta, o bosque e o circuito de águas, em experiências que permitem à criança tocar, observar, cuidar e investigar. Em um tempo em que tantas escolas correm para antecipar formalizações, a Sphere aposta na experiência como ponto de partida real para o conhecimento.

Brincar com intenção

Na Sphere, o recreio tem outro nome: “hora do play”. A mudança não é superficial. Ela expressa uma compreensão de que brincar não é um intervalo vazio entre conteúdos “sérios”, mas parte do próprio processo de desenvolvimento. Durante o “play”, as crianças podem ocupar a geodésica, a casa da árvore, as quadras, o bosque, o circuito de águas e até a biblioteca. Em cada espaço, a escola mantém monitores escalados para propor brincadeiras e ampliar as possibilidades daquele tempo.

É possível ouvir histórias, jogar xadrez, montar quebra-cabeças, brincar com bola, amarelinha, corda, pingue-pongue, pebolim e tantas outras atividades. A ludicidade, aqui, não é improvisada. Ela é planejada como experiência de convívio, imaginação, movimento e descoberta. Mas a criança escolhe o que quer fazer no seu tempo de “Play”.

Design Lab, cozinha, arte, música: aprender com as mãos, os olhos e o pensamento

Casa da árvore.

Boa parte do charme da Sphere Granja Viana está em suas salas ambiente. Não se trata apenas de ter espaços especializados, mas de colocá-los a serviço de uma aprendizagem mais concreta, ativa e significativa.

No Design Lab, crianças a partir de 3 anos trabalham com ciência, tecnologia, engenharia, arte e matemática. Os pequenos começam com blocos, encaixes e materiais adequados à sua faixa etária; os maiores, dos anos iniciais do fundamental, avançam para robótica, pensamento computacional e projetos mais complexos. Em um dos trabalhos recentes, os alunos produziram tijolos de bioconstrução que serão usados para erguer uma casinha no bosque da escola.

Ateliê de arte

No ateliê de arte, o fazer artístico vai além da produção individual. Há azulejos pintados pelos alunos no próprio chão do espaço, peças que passam a compor o ambiente escolar e intervenções que ajudam a construir um vínculo afetivo e estético com a escola. O aluno não apenas utiliza o espaço: ele o transforma.

 

Cozinha experimental.

Na cozinha experimental, a proposta também é reveladora. A culinária não aparece como disciplina isolada, mas como linguagem de aprendizagem. Medidas, quantidades, leitura, química, matemática, inglês, cooperação e autonomia entram em cena enquanto as crianças preparam receitas e experimentam texturas, sabores e processos.

“Não temos culinária na grade curricular, mas temos a cozinha como espaço de aprendizagem por meio da culinária. Aqui eles vivenciam conteúdos como pesos e medidas, reações químicas, matemática, entre outros”, explica Claudia Alvarenga.

Sala de música.

Há ainda a sala de música, o laboratório de ciências, a biblioteca viva e multifuncional e os espaços de exposições e apresentações. Em todos eles, o que se percebe é a tentativa de fazer o conteúdo sair do abstrato e ganhar experiência.

 

Um teatro para 250 pessoas

Na unidade 2, onde estudam as turmas a partir do 5º ano, um dos ambientes mais surpreendentes é o auditório, com capacidade para 250 pessoas e excelente acústica, ele permite apresentações sem microfone e já abriga tanto eventos da escola quanto aulas extracurriculares de teatro.

Em tempos em que tantas instituições reduzem arte e expressão a um apêndice da formação, a existência de um espaço como esse revela uma escolha. Na Sphere, cultura, linguagem, presença de palco e escuta também fazem parte da formação integral.

O belíssimo teatro.

Avaliação contínua, sem transformar a prova no centro da vida escolar

Outro ponto que chama atenção é a forma como a escola lida com a avaliação, introduzida a partir do 2º ano do fundamental de forma gradual e orgânica. A cultura da “semana de provas”, tão comum em modelos tradicionais, dá lugar a um acompanhamento contínuo da aprendizagem. As provas existem, sim, mas não ocupam um lugar quase ritualizado.

Ao longo dos trimestres, os professores observam, acompanham, propõem atividades avaliativas, fazem ajustes de rota e constroem uma leitura processual do desenvolvimento de cada aluno. Quando a prova acontece, ela é apenas uma etapa entre outras e pode inclusive assumir formatos diferentes, como provas com consulta, que ensinam o aluno a pesquisar, selecionar informações e elaborar respostas com autonomia.

A prova não ocupa este lugar de momento mais importante. É uma forma de ensinar o aluno a estudar continuamente, sem associar a aquisição de conhecimento a um pico episódico de pressão.

Famílias dentro da escola, não apenas na plateia

A Sphere também se destaca por fazer da relação com as famílias algo cotidiano e orgânico. Não se trata apenas de convocar pais para reuniões ou apresentações de fim de ano, mas de criar momentos em que eles testemunham o fazer da escola e participam, de fato, da vida escolar.

“Convidamos as famílias para diferentes momentos da vida escolar de modo a viabilizar o testemunho direto dos pais sobre as práticas cotidianas da escola, a abordagem dos professores e o desenvolvimento e desempenho dos estudantes em diferentes contextos de aprendizagem e convivência”, destaca Claudia Alvarenga.

Family Day, Book Week, Festa Junina, International Party, reuniões de pais com a participação dos estudantes, encontros culturais e projetos temáticos ajudam a construir essa comunidade. Há também propostas especialmente interessantes, como a Student-Led Conference, em que o próprio estudante organiza e apresenta aos pais seus trabalhos, conquistas, desafios e metas. Em vez de ouvir a escola falar sobre o filho, a família escuta o próprio aluno refletindo sobre a sua trajetória.

Esse protagonismo também se manifesta em experiências que aproximam diferentes culturas. As famílias compartilham referências, tradições e vivências de seus contextos culturais, enquanto a escola promove experiências voltadas à diversidade, ao respeito e à valorização das múltiplas formas de expressão e pertencimento.

Diversidade, inclusão e mobilidade para o mundo

Preparar para ter mobilidade pelo mundo, na Sphere, não significa apenas ensinar inglês ou ampliar repertório acadêmico. Significa também formar crianças capazes de conviver com a diversidade real da sociedade, promovendo uma cultura de inclusão, respeito e participação. Essa dimensão conversa diretamente com a inspiração nos quatro pilares da UNESCO — aprender, ser, fazer e conviver — e com a adesão às pautas da Agenda 2030 e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Mais do que trabalhar temas globais, a Sphere procura formar uma consciência de interdependência: a de que o mundo funciona em rede e de que nossas ações alcançam muito além do nosso entorno imediato.

Uma escola em crescimento

Hoje, a Sphere Granja Viana atende 145 alunos e ainda tem capacidade para crescer. Com cerca de 40 professores e assistentes, dois coordenadores pedagógicos, duas assistentes de coordenação e direção pedagógica próxima do cotidiano, a escola parece viver um momento de consolidação, com estrutura para expandir e discurso pedagógico consistente para sustentar esse crescimento.

Também chama atenção o investimento em formação continuada da equipe. Os professores participam de estudos, trocas e alinhamentos frequentes, o que ajuda a manter coesão entre a proposta anunciada e a prática vivida.

Uma escola para conhecer de perto

Há escolas que podem ser resumidas por indicadores, currículos e listas de atividades. Outras pedem presença. A Sphere Granja Viana parece ser desse segundo tipo. É difícil entender totalmente sua proposta sem caminhar pela geodésica, entrar na biblioteca, observar os trabalhos expostos, ver as crianças circulando entre o bosque, a cozinha experimental, o Design Lab e as salas de aula, ouvindo português e inglês se cruzarem com naturalidade.

Talvez por isso a visita seja tão importante. Porque a Sphere não se apresenta apenas por aquilo que diz, mas pelo modo como se organiza, acolhe e convida à experiência. Em uma região em plena transformação educacional, ela se firma como uma escola internacional e bilíngue que não se contenta em importar um rótulo. Busca construir, no cotidiano, uma educação conectada com o presente e preparada para o futuro.

Na Granja Viana, o mundo ganhou uma nova esfera. E ela merece ser vista de perto!

Estrutura que impressiona

* Duas unidades com quase 20 mil m² de área total
* Educação Infantil e Ensino Fundamental
* Auditório para 250 pessoas
* 2 bibliotecas, 2 salas de arte, 2 Design Labs, laboratório de ciências e 2 salas de música
* Cozinha experimental, bosque, horta, circuito de águas e quadras
* Geodésica como ponto de encontro e futuro anfiteatro
* Ambientes acessíveis, com rampas e elevador

O que ajuda a Sphere a se destacar

* Proposta internacional e bilíngue em período integral
* Ensino centrado no aluno, com forte mediação do professor
* Unidades de investigação  que conectam áreas do conhecimento em projetos de investigação
* Aprendizagem vivida em muitos ambientes, não só na sala de aula
* Relação próxima com as famílias
* Atenção à inclusão, à diversidade e à cultura de paz
* Formação continuada da equipe

Atividades complementares

Teatro e Audiovisual
Robótica
Capoeira
Judô
Música
Circo
Balé

Serviço:

Sphere International School Granja Viana
Estr. Mun. Walter Steurer, 1239
Tel. (11) 9 9130-9486
https://granjaviana.sphereinternationalschool.com.br/pt/
https://www.instagram.com/spheregranjaviana/

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