DESMATAMENTO

Muito interessante a matéria sobre o interesse de transformar a cidade em polo turístico, porém, com a quantidade de empreendimentos imobiliários desmatando toda a área verde, vai sobrar poucos pontos de atração na região, cujo apelo sempre foi ecológico. Ninguém sai de sua cidade para visitar prédios, a não ser em cidades históricas, que não é o caso. Um absurdo desmatar uma área como a da esquina da José Félix com a São Camilo para construir um posto de gasolina!
Além de todo o problema viário que já existe naquele cruzamento, vai se criar mais um?! Há, mesmo, necessidade de construir dois hotéis na região? Quem vai querer vir de outra cidade e ficar hospedado tão longe do centro de São Paulo? Como serão os acessos a esses hotéis, se as ruas atrás dos terrenos são superestreitas? Além de mais desmatamento que isso vai causar. Quando não sobrar mata na região, ninguém mais vai querer visitá-la.

Ana Souza, Granja Viana, Cotia (SP)

Resposta:

A Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Agropecuária informou que as árvores retiradas são nativas isoladas (espécies arbóreas cujas copas não se tocam e não há presença de sub-bosque), além de estarem fora de área de preservação permanente e área de preservação manancial. Ainda ressalta que o local não apresenta restrição pelo tombamento histórico do Iphan, respeitando, assim, a resolução SMA 18/2007 (vigente na época). Portanto, o proprietário da área apresentou a documentação necessária perante o município e fez as compensações exigidas de acordo com a normativa legal, que se encontra registrada no processo 8.996/2013, disponibilizado na Secretaria do Meio Ambiente.

 

 

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