A partir desta quinta-feira (29/06/23), a Prefeitura de Cotia estará sob a gestão da prefeita em exercício, Ângela Maluf. A vice de Rogério Franco assume a chefia do executivo depois de o titular da cadeira protocolar na Câmara um pedido de afastamento por 30 dias. O pedido foi protocolado na terça-feira (27/06).
“Estarei de férias depois de seis anos e meio de mandato. Decidi com a minha esposa [Mara Franco] e com meus filhos, que estão com oito anos. Nestes seis anos e meio não tirei férias e estou deixando a cidade no comando de uma pessoa competente que é a nossa vice-prefeita Ângela Maluf que dará continuidade aos nossos projetos. Desejo boa sorte nestes 30 dias”, disse o prefeito.
Ângela Maluf será a primeira mulher na história de Cotia a assumir o posto e ficou emocionada com a futura missão. “É momento histórico, uma mulher ocupar este lugar tão importante em nossa cidade, zelando por nossa da saúde, educação, segurança e todas as áreas. Todos nós, secretários e legislativo, estaremos empenhados para cumprirmos as determinações já desenhadas”, afirmou Ângela Maluf.
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Ângela Maluf: relação de longa data com a Circuito
Uma curiosidade sobre a vice-prefeita eleita é que ela trabalha com causas sociais no município há muitos anos e, um destes trabalhos, chamou a atenção de nossa equipe. Em 2001, Ângela ainda estava concluindo o curso de Pedagogia e já procurava algumas oportunidades na área, até que ficou sabendo de uma vaga como professora eventual na escola Ary Bouzan, no Parque São George. E durante suas atividades no espaço, recebeu uma proposta da diretora de fazer um muro com mosaicos. “Então, a diretora me perguntou se eu sabia fazer. Eu nunca tinha feito, mas eu falei que sabia sim, fui tentar e… é o muro que está sustentado lá até hoje”, Angela relembra em meio a risos.
Assim que o muro foi concluído, a equipe da revista Circuito foi até lá conhecer e fotografar. O resultado chamou a atenção da presidente da APAE, Ana Maria, que convidou-a para tomar um café. Foi, então, que surgiu a proposta de fazer um projeto parecido de mosaicos para a APAE também. “Eu aceitei e aquele foi um trabalho tão enriquecedor para minha alma que eu nunca mais saí da APAE até que muitos anos depois, fui aprovada em um concurso público que me levou para uma escola CEIC, que também é voltada para pessoas especiais”, lembra.
Tendo trabalhado no CEIC por vários anos, Ângela considera esta experiência como parte fundamental de sua formação. Mas ainda destaca a sua relação com a revista Circuito no início de sua carreira: “Minha formação foi pela APAE e CEIC. No Ary Bouzan, eu estava como eventual, mas foi o berço para mim. Então, eu devo muito à Revista Circuito, por divulgar meu trabalho, o que me possibilitou conhecer muitas pessoas especiais”, concluiu.
















