O estado de São Paulo criou quase 300 mil vagas de emprego com carteira assinada em 12 meses e registrou o maior salário de admissão em seis anos. Os dados são da Fundação Seade, com base nas informações do Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
De fevereiro de 2025 a janeiro de 2026, o saldo de vagas no estado ficou em 286.743, alta de 2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Assim, SP foi responsável por criar em 12 meses 24% do total de vagas no país (1.228.483). No mês de janeiro, o estado criou 16.451 vagas.

A Agência SP levantou as 100 cidades que mais criaram empregos com carteira assinada nos períodos de fevereiro de 2025 a janeiro de 2026 e em janeiro. Cotia ficou em 24º lugar com 1928 empregos. Se considerarmos só janeiro de 2026, Cotia ficou em 36º. Confira as listas abaixo.
Veja as 100 cidades campeãs de emprego em 12 meses:
1. São Paulo: 97.391
2. Osasco: 24.587
3. Guarulhos: 13.129
4. Barueri: 10.850
5. Santos: 6.662
6. São José dos Campos: 6.219
7. Sorocaba: 4.739
8. Santo André: 4.697
9. Sao Bernardo do Campo: 4.598
10. Matão: 3.834
11. Ribeirão Preto: 3.518
12. Jundiai: 3.162
13. Campinas: 2.991
14. Tatuí: 2.666
15. Atibaia: 2.555
16. Cajamar: 2.414
17. São Caetano do Sul: 2.389
18. Taubaté: 2.381
19. Monte Azul Paulista: 2.095
20.Presidente Prudente: 2.073
21. Bauru: 2.070
22. São José do Rio Preto: 2.029
23. Mogi-Guaçu: 1.970
24. Cotia: 1.928
25. Capela do Alto: 1.897
26. Franco da Rocha: 1.830
27. Mauá: 1.762
28. São Carlos: 1.585
29. Monte Mor: 1.447
30. Botucatu: 1.439
31. Cabreúva: 1.349
32. Lençóis Paulista: 1.299
33. Franca: 1.282
34. Araçatuba: 1.264
35. Araras: 1.243
36. Embu: 1.204
37. Itaquaquecetuba: 1.161
38. Cosmópolis: 1.160
39. Marília: 1.139
40. Limeira: 1.124
41. Itu: 1.078
42. Cubatão: 1.058
43. Louveira: 1.048
44. São Roque: 1.047
45. Itapevi: 1.037
46. Birigui: 1.017
47. Mogi das Cruzes: 939
48. Colômbia: 936
49. Bertioga 933
50. Luis Antônio: 933
51. Indaiatuba: 930
52. Porto Feliz: 913
53. Iracemápolis: 912
54. Barretos: 880
55. Santa Cruz do Rio Pardo: 869
56. Salto: 865
57. Penápolis: 863
58. Diadema: 849
59. Arujá: 846
60. Paraguaçu Paulista: 836
61. Sumaré: 819
62. Espírito Santo do Pinhal: 782
63. Itapecerica da Serra: 779
64. Ibiúna: 741
65. Guaratinguetá: 732
66. Caieiras: 708
67. Itanhaém: 688
68. Jacareí: 681
69. Leme: 657
70. Jaú: 655
71. Gavião Peixoto: 636
72. Bernardino de Campos: 625
73. Bariri: 616
74. Herculândia: 613
75. Caçapava: 605
76. São Vicente: 594
77. Votorantim: 586
78. Holambra: 581
79. Mirassol: 578
80. Barrinha: 566
81. Mairiporã: 558
82. Tupã: 552
83. Mococa: 541
84. São Pedro: 536
85. Itápolis: 531
86. Itapetininga: 527
87. Dois Córregos: 508
88. Praia Grande: 506
89. Votuporanga: 503
90. Osvaldo Cruz: 498
91. Adamantina: 495
92. Regente Feijó: 490
93. José Bonifácio: 484
94. Cravinhos: 475
95. Hortolândia: 472
96. Salto de Pirapora: 472
97. Peruíbe: 465
98. Nova Odessa: 456
99. Apiaí: 447
100. Pindamonhangaba: 445

Veja as 100 cidades campeãs de emprego em janeiro

  1. São Paulo: 3.597
  2. Franca: 2.977
  3. Guarulhos: 1.524
  4. Sorocaba: 814
  5. Sertãozinho: 806
  6. Ribeirão Preto: 768
  7. Rio Claro: 768
  8. São José do Rio Preto: 760
  9. Bauru: 674
  10. Jundiaí: 619
  11. Guariba: 590
  12. Novo Horizonte: 569
  13. Barrinha: 565
  14. Piracicaba: 532
  15. Mendonça: 483
  16. Poloni: 474
  17. São Bernardo do Campo: 467
  18. Araraquara: 451
  19. Bragança Paulista: 450
  20. Campinas: 448
  21. Araras: 447
  22. Boituva: 416
  23. Indaiatuba: 398
  24. Itapevi: 361
  25. Monte Mor: 359
  26. Itu: 330
  27. Itupeva: 325
  28. Limeira: 307
  29. Birigui: 304
  30. Tatuí: 300
  31. Jaú: 296
  32. Américo Brasiliense: 283
  33. Ibitinga: 275
  34. Serrana: 266
  35. Arujá: 260
  36. Cotia: 252
  37. Monte Alto: 242
  38. Cabreúva: 237
  39. Paulínia: 235
  40. Pindamonhangaba: 235
  41. Nova Odessa: 224
  42. Marília: 220
  43. Sandovalina: 218
  44. Americana: 216
  45. Vista Alegre do Alto: 209
  46. Iracemápolis: 207
  47. Jaboticabal: 204
  48. Santa Gertrudes: 202
  49. Itatiba: 200
  50. Pirangi: 195
  51. Franco da Rocha: 194
  52. Estiva Gerbi: 182
  53. Severínia: 181
  54. Gavião Peixoto: 176
  55. Bariri: 175
  56. São Manuel: 174
  57. Capivari: 171
  58. Pedreira: 171
  59. Jose Bonifácio: 170
  60.  Paraguaçu Paulista: 170
  61. Vinhedo: 168
  62. Jaguariúna: 165
  63. Itaquaquecetuba: 164
  64. Botucatu: 162
  65. Santa Barbara D’Oeste: 159
  66. Valinhos: 158
  67. Penápolis: 157
  68. Porto Feliz: 147
  69. Orlândia: 143
  70. Hortolândia: 140
  71. Pontal: 138
  72. Leme: 135
  73. Carapicuíba: 130
  74. Tietê: 129
  75. Regente Feijó: 126
  76. Rancharia: 121
  77. Elias Fausto: 120
  78. Cordeirópolis: 117
  79. Porto Ferreira: 116
  80. Presidente Prudente: 112
  81. Assis: 107
  82. Tambaú: 107
  83. Pradópolis: 105
  84. São Carlos: 105
  85. Avanhandava: 104
  86. Taboão da Serra: 103
  87. Cosmópolis: 101
  88. Orindiúva: 99
  89. Matão: 97
  90.  Colina: 95
  91. Ipuã: 94
  92. Castilho: 93
  93. Cruzeiro: 89
  94. Jaci: 87
  95. Caconde: 86
  96. Campo Limpo Paulista: 84
  97. Palmares Paulista: 84
  98. Altinópolis: 82
  99. Dois Córregos: 82
  100. Tarumã: 78São Paulo – vagas criadas
    Janeiro: 16.451
    12 meses: 286.743

Sudeste
Janeiro: 13.301
12 meses: 481.216

Brasil
Janeiro: 112.334
12 meses: 1.228.483

O setores que mais criaram vagas em janeiro no estado de São Paulo foram Indústria (21.528), Construção (15.934) e Serviços (3.001).

Salários

O estado de São Paulo teve ainda o maior salário médio de admissão em janeiro desde 2020, quando o Novo Caged substituiu o antigo Caged, integrando dados do eSocial, Caged e Empregador Web para monitorar o emprego formal mensalmente. O valor foi de R$ 2.702,76, alta de 2,75% em relação a dezembro de 2025 e de 1,93% em relação ao mesmo mês de 2025.

Além disso, o salário de admissão no estado de São Paulo foi o maior do Brasil em janeiro, seguido por Distrito Federal (R$ 2.575,45), Mato Grosso (R$ 2.421,85) e Rio de Janeiro (R$ 2.409,30). No Brasil, o salário foi de R$ 2.389,50, e no Sudeste, de R$ 2.551,61.

Na pesquisa entram dados apenas de trabalhadores com carteira assinada, portanto, com direitos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Esses dados são enviados pelas empresas contratantes ao governo federal. E a pesquisa mensal analisa os salários de admissão, ou seja, o que é pago no momento da contratação.

Por Mônica Krausz

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