Indignação

Somos moradores da Rua São Judas Tadeu, miolo da Granja, há mais de 30 anos. Nunca passamos por um desrespeito tão indigno como este. Após o ciclone que passou por várias regiões de São Paulo, no dia 14 de junho, dois pinheiros imensos, da casa vizinha, foram arrancados do chão e atravessaram a rua, causando muitos estragos. Graças a Deus não houve vítimas! Ficamos sem energia, celular e internet, e passamos por todos os outros transtornos que vieram com o fato. Tentamos, de todas as formas, pedir socorro a Prefeitura de Cotia, Eletropaulo, Defesa Civil, Regional da Granja, Bombeiros, Guarda Municipal, enfim… nenhum órgão nos deu a mínima atenção! Os responsáveis pelos pinheiros que os retirassem da rua, pois não havia passagem para o restante da via. Onde está sendo gasto o dinheiro arrecadado com o pagamento de vários impostos, luz? A quem poderemos responsabilizar? Na Eletropaulo, não há atendimento, apenas uma gravação burra que, no final, pede para entrar no site, mas como? Sem luz? Somente retornamos à normalidade após quatro dias. Precisamos de respostas da Prefeitura, da Eletropaulo e todos os órgãos envolvidos!

Ines C. Neves

Em nota, a AES Eletropaulo informa que no dia 7 de junho um ciclone extratropical gerou ventos de até 80 km/h, impactando fortemente a rede de distribuição elétrica. Um total de 1800 eletricistas trabalharam ininterruptamente no restabelecimento de energia e atendimento de emergências. Em casos de quedas de árvores de grande porte, Corpo de Bombeiros e Defesa Civil trabalharam na remoção das espécies, para que os eletricistas pudessem iniciar o reparo aos danos após a liberação da Defesa Civil. Em apenas um dia, o número de chamadas recebidas no call center superou o total de atendimentos previstos para um mês. A concessionária reforçou em 50% as posições de atendimento da central. Em caso de danos elétricos, o consumidor tem até 90 dias para solicitar o pedido de indenização.

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