O aluno com deficiência intelectual também é capaz de aprender. Como colaborar, não só nesse processo de aprendizado, mas também na sociabilidade dele?

No âmbito da educação inclusiva, o estudo das células cerebrais com inúmeros exames à disposição permitiu que se conhecesse melhor a mente humana, e assim a criação, em sala de aula, de práticas educativas que se adaptem às necessidades para que o aprendizado ocorra.

É no espaço escolar que acontece muitas das relações sociais desses alunos, sendo fundamental que cada educador se preocupe em tornar o ambiente favorável e repleto de estímulos, onde as relações se fortaleçam e as emoções tragam a confiança e a alegria necessárias para o sucesso escolar.

Os estímulos de cada ambiente proporcionam ao cérebro a capacidade de se adaptar para a obtenção de novos conhecimentos, esse processo é conhecido como plasticidade moral e possibilita incorporar informações, ficando claro que todos possuem a capacidade de aprender.

Portanto, ao utilizar as ferramentas que a neurociência dispõe teremos como fazer com que nosso aluno desenvolva todo o seu potencial.

 

 

Maria da Penha Romani

Diretora do Colégio Raposo Tavares

Artigo anteriorNeurociência como base para uma educação transformadora. Mito ou verdade?
Próximo artigoO ambiente digital e seu excesso de informações pode alterar o cérebro, a criatividade e a concentração. Como ponderar o uso da tecnologia e usá-la em favor do aprendizado?