O Estado de São Paulo conta com 40 abrigos para atender mulheres vítimas de violência espalhados pelo estado. Os abrigos têm localização sigilosa e recebem mulheres e seus filhos menores de 18 anos. Eles podem permanecer lá por até seis meses, onde recebem moradia e alimentação. O período pode ser estendido, em casos especiais.
O serviço atende mulheres sob ameaça e risco a sua integridade física em razão de violência, sofrimento físico, sexual, psicológico ou dano moral. Em articulação com a rede de serviços socioassistenciais e do sistema de Justiça, a Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado trabalha para garantir também atendimento jurídico e psicossocial e acesso a benefícios sociais. O serviço também recebe filhos e dependentes que estiverem sob responsabilidade da mulher.
Para acessar o abrigo, a mulher vítima de violência é encaminhada por órgãos de uma rede de proteção. Eles incluem delegacias, Ministério Público, Defensoria Pública e serviços municipais de assistência social. Se uma mulher precisa de abrigo, o ideal é buscar atendimento imediato em uma Delegacia da Mulher ou em um serviço de assistência social do município, que poderá orientá-la sobre o encaminhamento.
Há dois tipos de abrigos: regionais, que atendem mais de uma cidade, e municipais. Essa é uma das iniciativas do SP Por Todas, um movimento do Governo de São Paulo que dá visibilidade para políticas públicas exclusivas a mulheres. Ao todo, as 40 unidades atendem 73 municípios com um total de 662 vagas.
Veja os municípios na região de metropolitana de São Paulo que possuem abrigos para mulheres vítimas de violência:
- Itapevi: atende Itapevi, Santana de Parnaíba, Osasco, Vargem Grande Paulista, Jandira e Cotia, com 20 vagas
Outros abrigos no Estado:
- Barretos: atende Barretos, Colina, Monte Azul e Olímpia, com 20 vagas
- Bom Jesus dos Perdões: atende Bom Jesus dos Perdões, Campo Limpo Paulista, Itupeva, Nazaré Paulista, Vinhedo, com 20 vagas
- Santa Rita do Passo Quatro: atende Santa Rita do Passa Quatro, Américo Brasiliense, Ibaté, Ibitinga, Itápolis, Porto Ferreira, Rincão e Taquaritinga, com 20 vagas
- São Bernardo do Campo, atende São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul, com 20 vagas
- Osvaldo Cruz: atende Osvaldo Cruz, Lucélia e Adamantina, com 20 vagas
- Presidente Prudente: atende Presidente Prudente, Regente Feijó, Presidente Epitácio, Presidente Bernardes, Rancharia, Narandiba, Taciba, Martinópolis, com 20 vagas
- Registro: atende Cajati, Cananéia, Itariri, Juquiá, Pedro de Toledo, Registro, Jacupiranga, com 20 vagas
Como denunciar a violência contra a mulher em São Paulo
- Disque 190 (Polícia Militar – Cabine Lilás)
- Disque 180 (Polícia MIlitar – Central de Atendimento à Mulher)
- Disque 181 (Disk Denúncia)
- Delegacias de Defesa da Mulher (DDM)
Cotia: R. Turmalina, 99 – Jardim Lina, Cotia /Telefone: (11) 4616-9098 /Horário de funcionamento: das 8h às 18h
Barueri: Av. Sebastião Davino dos Reis, 756 – Jardim Tupanci, Barueri / Telefone: (11) 4198-3145 / Horário de funcionamento: 24 horas
- Delegacia Eletrônica da Polícia Civil: Acesse aqui