O que você sabe sobre o Alasca? Até o ano passado, o meu conhecimento resumia-se a alguns documentários isolados no Discovery Channel e uma rápida olhada nos divertidos capítulos de “Men in Trees”, um seriado apresentado pela TV paga no Brasil. Nele, uma escritora de Nova York, solteiríssima e desiludida com a cidade grande, desembarca numa cidadezinha gelada onde o número de mulheres disponíveis é bem inferior ao dos homens.

Quando Les, meu namorado, me disse que esse era um dos seus sonhos de viagem (ele tem uma longa lista que inclui lugares nos quatro cantos do mundo) não me animei muito. Para que ir tao longe e enfrentar tanto frio quando temos a Antártida, bem mais perto?

A diferença entre um lugar e outro descobri quando embarcamos no vôo da Alaska Airlines em Seattle, na costa oeste dos Estados Unidos. Antes de aterrissarmos em Fairbanks, a segunda cidade desse território americano a um passo do Ártico, já deu para perceber algumas particularidades.

Eu sempre ouvi dizer que Miami é a “sala de espera de Deus”, tamanho é o número de idosos por lá, mas nesse vôo percebi que há outros portões de entrada. A média de idade dos passageiros a bordo era de 65 anos ou mais, misturados a poucos, mas dignos representantes do macho do Alasca (todos com barba espessa, camisa xadrex,  boné de lenhador e jeans mais do que surrados). Na revista de bordo, outro fato estranho. Havia muitos anúncios procurando médicos de várias especialidades, uma prova inconteste de que é difícil atrair gente para lá. Mas o melhor do vôo estava por vir, quando o avião sobrevoou as Montanhas Rochosas, descortinando uma sequência interminável de picos cobertos de neve. Por isso, um conselho: se você planeja ir até lá, escolha um vôo diurno. É impactante!.

Uma coisa curiosa: faz calor no Alasca! O sol brilha forte e os termômetros chegam a marcar 27 graus mesmo em maio. A luz é intensa e o céu está sempre muito azul. Praticamente não há noite durante a primavera e o verão, apenas algumas horas entre meia noite e duas da madrugada. Mesmo assim, uma faixa de luminosidade permanece no céu, ainda que o sol só apareça lá pelas seis da manhã. Todos os hotéis dispõem de cortinas black-out, mas é difícil dormir. Em contrapartida, no inverno quase não há claridade e os termômetros podem descer a 40 graus negativos.

Outra particularidade: em todo o comércio, além de artigos de lã e couro, há muitos produtos artesanais russos – bonecas, xales, jogos de chá. O que  não é de admirar, já que, originalmente, o Alasca pertencia à Rússia e foi vendido aos EUA em 1867 pela bagatela de US$ 7,2 milhões. Pareceu um mau negócio para os americanos na época, mas depois, com a descoberta do ouro e, mais recentemente, do petróleo, somada à posição estratégica da região e à preocupação mundial com as reservas de água, fauna  e flora, concluiu-se  que eles fizeram uma excelente compra.

Vista da janela hotel em Fairbanks, às 23h

Todo o interior do Alasca, onde fica Fairbanks,  é muito seco, com pouquíssima chuva  – a água que se consome vem do derretimento das geleiras durante o verão. A escassez de água é tão grande que em algumas pequenas cidades, como Talketeena, 192 km ao sul ,  todo mundo vem até o centro para lavar a roupa da semana e (pasmem!) tomar banho nas lavanderias.

Nossa viagem durou 15 dias, sendo a segunda semana  a bordo do navio Coral Princess, da Princess Cruises que, juntamente com a Holland America, praticamente detém o monopólio turístico do lugar. Tanto a Princess quanto a Holland tem os melhores hotéis, todos os roteiros imagináveis por terra, ar e mar e uma série de navios que saem dos Estados Unidos (S. Francisco ou Seattle) ou Canadá (Vancouver) e ficam subindo e descendo uma rota a partir de Whittier, o pequeno porto a alguns quilometros de Anchorage, a cidade mais importante..

Como Les gosta de ver tudo em seus mínimos detalhes, compramos um tour terrestre aqui no Brasil e lá fomos nós para  Fairbanks. Já no aeroporto, tivemos uma lição de organização que impressionou. Os guias da Princess estavam à nossa espera para fazer a triagem dos passageiros, vindos de vários lugares dos Estados Unidos e do resto do mundo. Os ônibus cumpriam um esquema rigoroso, saindo do aeroporto um atrás do outro. E, numa prova de economia e eficiência, o próprio motorista servia de guia, disparando todas as informações iniciais sobre o Alasca.

Fairbanks é exatamente igual a qualquer outra cidade americana do interior, muito limpa e arejada. Por causa das temperaturas baixas na maior parte do ano, a vida social transcorre em ambientes fechados, com muitos bares onde o salmão e o halibut disputam o lugar principal no cardápio, sempe acompanhados de uma boa cerveja e um telão onde os principais jogos do futebol americano se revezam.

Eu imaginava que veria muitos esquimós por lá, já que a cidade está a  apenas algumas centenas de quilômetros do Círculo Polar Ártico. Mas isso é ficção. Não há esquimós em Fairbanks, apenas descendentes da tribo dos Athabascas, muitos deles trabalhando no show Riverboat Discovery. Trata-se de um grande passeio a partir do embarque em um steamboat (barco a vapor), que desce o rio Chena e vai desfilando nas margens uma aldeia indígena onde se faz a defumação do salmão, um show solitário de um hidroavião, com direito à observação de um vôo rasante ao lado do barco, e até um campo de treinamento de sled dogs. Para quem não sabe, essa é a raça de cães que puxa aqueles trenós  no Alasca e outras regiões geladas do Hemisfério Norte, lembrando um pouco o husky siberiano. Os cães são capazes de andar mais de 100 km em 24 horas, puxando 50 kg ou mais individualmente. O show é muito bem organizado, porque ninguém faz esse tipo de espetáculo melhor do que os americanos, embora um pouco artificial,

Outro programa divertido é a visita à El Dorado Gold Mine, a velha mina de ouro. Se você já esteve em Hollywood e não conseguiu nenhum papel de figurante num faroeste, vai se sentir um autêntico mineiro lá, nem que seja por algumas horas. A brincadeira consiste em tentar apanhar um pouco de ouro das águas do regato, através do manuseio daquelas bateias de mineração. Muita gente chega a encontrar uma quantidade de ouro que pode valer até US$ 35, mas eu confesso que fui um fracasso como mineira. Cansei de chacoalhar minha bateia e preferi comprar um suvenir na lojinha anexa. Já Les se deu bem. Conseguiu juntar uns US$ 25 em pó de ouro. Considerando que a entrada para a mina custa US$ 30, até que o resultado foi bastante bom.

Denali Princess Lodge

De Fairbanks, fomos para o Denali Princess Lodge, dentro do Denali Park. A viagem é feita num trem panorâmico da Princess, com vagão-restaurante e cheio de janelas e teto de vidro, de onde pode-se observar por horas o cenário. Este parque é vendido como um dos mais importantes santuários da vida selvagem e, a todo momento, ouve-se dos guias turísticos a expressão wilderness – numa tradução livre designa um ambiente em estado bruto, intocado pelo homem. Mas, confesso que ficamos bastante decepcionados. A paisagem é pobre e repetitiva e há poucos animais (qualquer fazenda no Brasil oferece mais em plantas e bichos). As montanhas, com os picos cobertos de neve, e uma família de ursos grizzylies (uma das espécies do Alasca), que atravessou a estrada, foi tudo que conseguimos em termos de atrações. Depois, fiquei sabendo que se você quer conhecer de fato o Denali Park e sua vida selvagem tem de se separar desses tours de ônibus de um dia, com roteiros muito restritos, e acampar no parque ou, pelo menos, alugar uma cabana rústica, feita de toras de madeira.

O  que impressiona mesmo é o alto investimento que a Princess Cruises fez na região, erguendo um superhotel no meio do nada, e a preocupação que todos demonstram com a preservação do habitat natural, tentando apresentar o lugar como a oitava maravilha do mundo. Imaginem o que aconteceria se nós, aqui no Brasil, tivéssemos essa consciência e dispusésssemos de uma ação coordenada entre poder público e iniciativa privada! Só ia ter pra gente! E quantos empregos iriam ser gerados!

Como o lodge da Princess é o único hotel dentro do parque, tudo ali é caríssimo, incluindo os suvenirs. Uma caixinha de vime com base em madeira custa US$ 30 e um protetor de orelha guarnecido com pele de urso sai a US$ 80. É tudo muito bonito, mas na América do Sul temos artigos tão legítimos e bonitos quanto e pela metade do preço. Além disso, o hotel só funciona na temporada (de maio a outubro) e a grande maioria dos empregados são temporários. Quando chegamos, o lugar havia sido aberto no dia anterior e os funcionários, apesar de tentarem parecer eficientes, criaram uma grande confusão nas  saídas dos tours para o parque, quase nos fazendo perder nosso passeio.

Talkteena, Alasca

No dia seguinte, fomos de Denali até o Mt. MacKinley Princess Lodge, realmente outro grande investimento da Princess. O hotel tem uma localização privilegiada e de onde quer se olhe a gente vê o pico do MacKinley, o ponto culminante da América do Norte, com 6.194 metros e a 42 milhas de distância. Mas também é só. Uma opção é pagar US$ 10 para ir até Talkeetna,  a menos de 20 minutos de ônibus, e observar como vivem os locais. A pequena cidade, um antigo posto de suprimentos para mineiros e caçadores de peles, oferece boas compras, de tapetes a malhas artesanais, e um bistrô classudo, o Café Michele, com cardápio enxuto e criativo e pratos em torno de US$ 25..

Nossa próxima parada foi Anchorage, a mais importante cidade do Alasca, com 200 mil habitantes, mas que ainda conserva uma certa graça interiorana. O melhor programa é jantar no The Crow’s Nest, o mais elegante restaurante local, no último andar do hotel Captain Cook, onde todas as mesas proporcionam vistas inesquecíveis. Igualmente interessante é uma visita ao Alaska Native Heritage Center, que fica um pouco longe do centro. Melhor do que o prédio moderno ou a réplica das aldeias das cinco maiores nações indígenas do Alasca é a presença dos próprios nativos que, numa arena central, apresentam em pocket shows de 30 minutos seus cantos, danças, lendas e tradições.

Próximo destino: Whittier, o porto local, onde embarcaríamos rumo ao Glacier Bay National Park, lugar – como o nome anuncia – de geleiras eternas e monumentais. Nós devíamos deixar o hotel pela manhã e, na noite anterior, colocamos as malas no corredor, ao lado da porta, para serem embarcadas antes. Les começou a se aprontar às 9h30 e, depois de um banho demorado, descobriu que não havia separado uma única meia e cueca – e as malas já haviam ido embora. Eu me ofereci para emprestar uma calcinha  (aprendi com os anos que é sempre bom manter na bagagem de mão umas peças de emergência), mas achava que não iria servir. Ele resolveu ir sem nada, ou melhor, vestiu um minhocão de algodão sob a calça. E ficou resmungando o caminho todo que estava com muito frio e sentindo tudo solto! Les só ficou feliz quando subimos a bordo e ele encontrou sua mala na nossa cabine e reviu suas cuecas. Ele dizia, rindo: “Fiquei com tudo balançando!”

Navio entrando no Glacier Bay National Park

RUMO ÀS GELEIRAS ETERNAS

Esse é um título clássico, mas a ideia do aquecimento global me faz ponderar se ele é realmente adequado. De qualquer forma, boa parte das geleiras ainda está no Alasca e é isso que faz milhares de passageiros embarcarem todos os anos nos navios que partem do  porto de Whittier.

O nosso navio, o Coral Princess, zarpou lentamente, deslizando sobre as águas cobertas por grandes fragmentos de gelo e cercado por uma paisagem cinza-azulada. Na rota, o destaque é o Glacier Bay National Park, classificado em 1986 como Reserva Bosférica, pela Unesco, e tombado em 1992 como Patrimônio Mundial, mais as cidades de Seaward, Juneau (a capital do Alasca) e Ketchikan.

Seaward, uma escala antes do parque das geleiras, tem menos de 3 mil habitantes e uma rua principal cheia de prédios antigos restaurados, o que a faz parecer uma cidade cenográfica saída das novelas da Globo. Assim como Juneau e Ketchikan, um pouco maiores, ela segue, na região do porto, um padrão de decoração feito para encantar os turistas e fazê-los gastar. Há muita mercadoria exposta, mas 90% é made in China, Malasia, Tailândia, Haiti ou México. É preciso boa dose de  paciência para encontrar algum artigo realmente genuíno. Por isso, antes de se decidir, procure a procedência do produto. Muitas vezes, ela é espertamente encoberta pela etiqueta do preço. Um bom método é adquirir peças legítimas nas lojas anexas aos museus ou parques nacionais.

Pouso do helicóptero na geleira em Juneau

Antes de entrar no Glacier Bay National Park, situado no Golfo do Alasca, entre Seaward e Juneau, o Coral Princess recebeu a vista de dois guardas florestais. Eles subiram a bordo para dar explicações sobre a região e sua importância como centro de estudo sobre a formação das geleiras. O cuidado na proteção desse patrimônio natural – que a cada ano pode aumentar com a formação de novos blocos – é tanto que só é admitido um grande navio por dia dentro parque. O frio lá fora é intenso, beirando 0 grau ou até menos, mas o panorama é fantástico e o silêncio, assustador. Quilômetros e quilômetros de icebergs de grande altura, uma herança da era glacial, permanecem impassíveis a alguns metros da nossa varanda, numa atitude de quase desprezo pelas questões que afligem o mundo civilizado. A sábia mensagem da natureza parece ser: “sempre estivemos aqui e, não importa o que aconteça, sempre vamos estar.”

É nesse paraíso que circulam as baleias Orca, Minke e Humpback. A Humpback é a mais acrobática das baleias e, com um pouco de sorte, é possível ver algum exemplar nadando (ou se exibindo?) a algumas milhas do navio. Muito manso, este animal foi dizimado mar afora e hoje restam apenas 7% da população inicial. Ele tem uma característica: alimenta-se vorazmente de camarões e peixes durante o verão, chegando a atingir 750kg, porque não come mais nada no resto do ano. No parque, essas baleias são monitoradas durante sua permanência para os cientistas aprenderem mais sobre elas e seus hábitos porque, curiosamente, tudo o que se sabe sobre esses animais deriva de informações fornecidas por pescadores, interessados em caça-los e matá-los e não preservá-los

Loja em Talkteena oferece um pouco de tudo: lavanderia, caixa eletrônico, até chuveiro

Depois do parque, já em Juneau, decidimos sobrevoar de helicóptero as geleiras. Mais do que isso: sobrevoar e aterrissar numa geleira. É um programa caro (US$ 199 por pessoa), mas vale cada centavo de dólar. A viagem até a geleira Mendenhall dura cerca de 20 minutos e o aparelho nos deixa numa espécie de campo de pouso onde, além de enfrentar um vento gelado, dá para ter idéia da grandiosidade de um iceberg. Mais: em alguns pontos, o gelo fica tão fino que é possível ver a água correr cristalina sob um piso translúcido.

Show dos sled dogs, os cães do Alasca

Em Ketchikan, fizemos outra experiência: sobrevoar os Misty Fjords, declarados Monumento Nacional.  O programa, que custa também US$ 199 por pessoa, dura 2 horas a bordo de um hidroavião apertado, para até 6 passageiros, com direito a um pouso de 45 minutos num embarcadouro no meio de um lago. O piloto voa baixo, procurando vestígios de lobos, falcões e ursos nos penhascos. Mas, apesar do cenário deslumbrante e da sensação real de escala que se tem lá de cima, não posso dizer que apreciei o programa. Ventava muito na hora e o pequeno avião balançava loucamente sobre as montanhas. Além disso, o ar condicionado, insuficiente, e o barulho do motor me fizeram ficar fora de órbita, de tão enjoada. Mas Les e os outros passageiros parecem que adoraram o passeio.

O QUE VOCÊ PRECISA SABER

1. Alasca quer dizer no vocabulários dos esquimós “terra que dorme, lugar para onde vai o mar”. O 49º Estado norte-americano tem 948 mil km², mas apenas 620 mil habitantes, distribuídos por poucas cidades.

2. Não há voos diretos do Brasil para o Alasca. As opções são via Estados Unidos ou Canadá. Nos EUA, os voos partem de Seattle, operados pela Alaska Airlines ou Horizon Air, e do Canadá, saem de Vancouver. Há vários horários, mas a tarifa é cara. Nós pagamos US$ 350,00 cada bilhete só pela trecho de ida, mais USS 24 de taxa de embarque.

3. Há várias companhias marítimas que viajam pelo Alasca, com navios pequenos ou grandes transatlânticos. A temporada vai de maio a setembro, sendo o pico nos meses de julho e agosto. São basicamente dois tipos de roteiro: um que sai de Whittier e vai até Vancouver, no Canadá, passando pelo Glacier Bay National Park, e outro que começa e termina em Vancouver e só contempla a Inside Passage. Existem ainda opções de partida por San Francisco, na California, ou Seattle, no estado de Washington.

4. O ideal é combinar o cruzeiro a um tour terrestre que mostra um pouco do interior da região. Nele estão incluídos os traslados, hospedagem, gorjetas e alguns passeios, mas nenhuma refeição.

5. No Grand Princess, da Princess, um roteiro de 13 dias (6 de tour terrestre e 7 de cruzeiro) custa a partir de USS 2.594,00 (cabine interna por pessoa), começando em Fairbanks e terminando em Vancouver. Na Holland America, o Noordam cobra também por 13 noites (6 de tour terrestre e 7 de cruzeiro) a partir de USS 3.058,00 (cabine interna por pessoa), começando e terminando em Seattle. Todas as agências de viagens vendem esses programas no Brasil.

6. Quando fachos de luzes azuis, púrpura, verdes e vermelhas cruzarem o céu escuro em Fairbanks, dançando como fantasmas e deixando você de olhos arregalados e boca aberta, você estará assistindo ao fenômeno da Aurora Boreal. Infelizmente, a maioria dos turistas não contempla esse espetáculo, porque é necessário que o céu esteja bastante escuro, o que só acontece de outubro a abril e, portanto, fora da temporada. Os indios do Alasca atribuiam significados misticos ao fenômeno, mas hoje sabe-se que ele é resultado de descargas elétricas do sol na atmosfera terrestre.

7. Para experimentar um belo filé de salmão ou de halibut numa atmosfera tipica, aqui vão alguns endereços: em Fairbanks, vá a The Pump House Restaurant Saloon (Mile 1.3, Chena Pump Road), instalado numa construção histórica, às margens do rio Chena As porções são generosas e eles servem um ótimo brunch aos domingos. Pratos principais variam de US$ 15 a US$ 40. Em Anchorage, além do classudo The Crow’s Nest, no Captain Cook Hotel ((4th Ave. com K. St.), experimente a Glacier Brewhouse (737 W. 5 Ave.). É uma cervejaria que produz oito ou mais tipos diferentes da bebida e oferece grellhados, frutos do mar e até pizzas a partir de USS 15. Outro achado é Th Lucy Wishbone (1033 E 5th Ave), uma instituição em Anchorage. E lá que há mais d 60 anos as famílias se reúnem no final de semana para saborear frango frito e delicioso milk-shakes. Os preços são ótimos: a partir de USS 7.50.

Lorien Saviano

Autora: Lorien Saviano
Editora de Turismo do Shopping News
Editora de Turismo do Jornal da Tarde
Editora de Texto da Voice Comunicação
Assessora de imprensa da Associação Brasileira das Agências de Viagens (ABAV Nacional)
Redatora e tradutora dos guias Frommer’s e Fodor’s na Júlio Louzada Publicações
Editora de Turismo do Shopping Bees

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