O mercado da saúde suplementar no Brasil é assimétrico, envolve vários players e cerca de 500 bilhões de reais. O custo dos planos de saúde para as empresas representa em média 13% do valor da folha de pagamento – índice que promete alcançar os 20% nos próximos anos. Motivo para tirar o sono de muita gente e mexer com a saúde de empresários e empregadores.
Uma amostra disso é a crescente procura das companhias por ajuda especializada de consultorias, que com o uso de ferramentas e conhecimento real do cenário, conseguem colocar ordem nessa casa.
“Temos observado uma procura mais acentuada e direta das empresas – cerca de 20% no primeiro quadrimestre deste ano”, afirma Francisco Vignoli, médico e sócio-diretor da Carelink, consultoria especializada na gestão da saúde e logística da informação de saúde.
De acordo com Francisco, as companhias com um número maior de colaboradores são as que se mostram ainda mais preocupadas.
“Para elas o impacto na folha de pagamento é enorme. Sobretudo as que têm mais de 3 mil funcionários”, declara o médico.















