Acontece nesta quarta-feira (17/07) o II Encontro Lúdico Regional dos Direitos da Criança e Adolescente da Região Grande São Paulo – Oeste, no auditório da Secretaria da Educação.
Participam deste evento os presidentes dos Conselhos Municipais da Criança e do Adolescente dos municípios que compreendem a região oeste da Grande São Paulo. Representando a Secretaria Estadual de Assistência Social do Estado de São Paulo, Francisca Alcântara promoveu a abertura oficial do encontro.
Encontram se reunidos todos os presidentes dos Conselhos Municipais da Criança e do Adolescente da região oeste e oi representantes e o Promotor de Justiça, Ricardo Navarro.
O Secretário Municipal de Desenvolvimento Social, Ernestino Benedito Nunes (Dr. Atinho) deu as boas vindas a todos os participantes e relatou que ao analisar o nível das apresentações culturais e artísticas, “considera que o encontro já é um sucesso”, diz.
A programação do encontro é composta por palestras, discussão de eixos temáticos, escolha de delegados e apresentações artísticas e culturais.
Ainda no período da manhã, Roselaine Soares (representante de Barueri) abordou o tema “23 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente ECA e o protagonismo Infanto Juvenil.”.
A convite do cerimonial do evento, o Promotor de Justiça, Ricardo Navarro se pronunciou: “Fico muito feliz com o posicionamento do jovem e acredito na mudança do país pela educação. Acompanhei o movimento salutar de ir às ruas e penso que é necessário que se tenha ideias e que lutem pela educação. Também participei como cidadão e não como promotor e vi que muitas pessoas pedem o fim da corrupção, mas este movimento precisa chegar às urnas em 2014, e também vi muitas pessoas nas ruas colocando o dedo na cara dos outros, ou seja, com discurso bonito, mas o comportamento era adverso.
Ricardo Navarro ressaltou que países que conquistaram a mudança enxergaram a importância da educação. Só vamos resolver estes e outros problemas do nosso país se investir na prevenção e na educação. E ainda mais, é necessário ter consciência não apenas dos seus direitos e sim dos seus deveres.
Para finalizar, o promotor explicou que está atuando na cidade há dois meses, mas que já tem onze anos de Ministério Público. Dentre suas funções, 30% será para agir com quem estiver errado e 70% quer cobrar e ajudar para que a sociedade tenha espaço pra mudar este país. “Serei muito duro com quem estiver errado. Me importo em servir, somos todos servidores públicos e pouco importa se sou promotor ou se exerço outra função. Vou abrir a porta do meu escritório , promotores não são acusadores, na verdade somos defensores e desejo exercer este papel dentro desta cidade”, finalizou.













