CARTAS – SETEMBRO

Cartas – Edição 154 – Outubro 2012

ABANDONO

Venho solicitar apoio para a situação calamitosa de abandono das alamedas Nicarágua e Guatemala – Chácaras Peroba, por parte da Prefeitura de Jandira. Após o início da cobrança de pedágio no Rodoanel e no Km 21 da Castelo Branco, essas duas ruas, medindo cerca de 500 metros no total, passaram a ser uma rota de fuga, recebendo até 2 mil carros e caminhões pesados por dia, o que rapidamente transformou a capa de asfalto construída na abertura do bairro, há 30 anos, para fins residenciais, em uma sucessão de largas e profundas  crateras cheias de lama. Caminhões sobem nas calçadas e, com seu peso, destroem guias e sarjetas para se esquivar das crateras.

Em toda a sua existência, o bairro Peroba nunca recebeu atenção da Prefeitura de Jandira, e os buracos eram fechados por moradores que se cotizavam. Contudo, com o atual trânsito, somente a prefeitura teria condições de fazer os reparos necessários. Inúmeros ofícios e pedidos de reunião na Prefeitura resultaram infrutíferos. Por isso, apelamos para sua  ajuda para divulgar a situação e obter uma ação da Prefeitura de Jandira. Essas duas ruas são usadas como passagem por munícipes de São Paulo, Barueri, Itapevi, Santana do Parnaíba e Carapicuíba, enquanto os moradores do bairro arcam com todo o ônus da destruição resultante e a Prefeitura de Jandira se omite.
Sociedades Amigos de Bairro do Peroba
Neli Páscoa, Jandira (SP)

NR: Carta enviada à assessoria de imprensa da Prefeitura de Jandira em 24 de setembro de 2012.

ESTRADA DO EMBU

Peço atenção para a Estrada do Embu, no Km 26 da Raposo Tavares, sentido São Paulo. A situação da estrada é caótica, fica parada e as filas de carros nas transversais, para acessá-la, ficam enormes. Não há organização nenhuma. Os caminhões e carros estacionam nas laterais, não há bolsões para ônibus, e o único semáforo, próximo ao supermercado Assai, mais atrapalha do que ajuda.

Mais grave ainda é a situação da Via das Magnólias, único acesso ao nosso bairro, o Jardim Colibri. A via é estreita, é permitido o estacionamento de carros no lado direito, e no lado esquerdo encontram-se empresas enormes que não cabem onde estão e estendem seus domínios pela rua. Caminhões que desordenadamente carregam e descarregam produtos a qualquer hora, colocam suas carrocerias dentro da empresa, ficando a cabine do motorista na rua, impedindo a passagem dos automóveis que circulam pela Via das Magnólias. Os carros e as motos estacionados do lado direito ao longo de toda a Via das Magnólias impedem o acesso dos automóveis que vêm da Estrada do Embu. A via é estreita e, tendo de abrir para dobrar à direita, dá-se de frente com os automóveis que estão descendo para entrar na Estrada do Embu à esquerda. Conclusão: fica tudo parado, pois a Estrada do Embu está lotada de carros. Quem está tentando entrar na Via das Magnólias não consegue, e quem está tentando sair dela simplesmente não tem acesso. Quando, fi nalmente, conseguimos entrar na Via das Magnólias, fi camos parados esperando os caminhões descarregar.

Senhores, prestem atenção e trabalhem, porque nós, com certeza, estamos prestando muita atenção no modo como a cidade de Cotia está sendo
administrada.

Suzi Jampietro Barcellos, Cotia (SP)

Resposta: A carta foi encaminhada para ciência da Secretaria de Transportes e Trânsito, para que a mesma insira a área citada na programação de
fiscalização do Demutran


ESTRADAS E RODOVIAS

O aumento de veículos é cada vez maior, todos os dias, durante décadas. As estradas e rodovias vêm diminuindo os espaços no mesmo período.

Se nossos governantes não começarem a proibir urgentemente as construções nas margens das estradas e rodovias, em breve tudo vai parar em termos de trânsito, nas grandes cidades e em todo o Brasil. É preciso fazer as estradas e rodovias do futuro antes que seja tarde demais. Não acham?
Muito obrigado.
Manoel José Tavares, Cotia (SP)

Resposta: A carta foi encaminhada às secretarias de Habitação e Urbanismo e Transporte e Trânsito. A Prefeitura de Cotia informa que está desenvolvendo um plano de mobilidade urbana, e todas as carências apontadas serão consideradas e analisadas com a finalidade de minimizar o impacto provocado pelo crescimento da região.

RECLAMAÇÃO

Venho, há dois anos, reclamando do estado de conservação da Estrada Carlos Antônio Pereira de Castro. Já postei fotos, mas a Prefeitura de Cotia não toma vergonha!

Jarbas Coimbra, Cotia (SP)

Resposta: A carta foi encaminhada ao setor responsável, para conhecimento, e tão breve seja encaminhado um posicionamento, o mesmo será
enviado ao contato da REVISTA CIRCUITO.

 

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