
Maria do Carmo Guimarães Rodrigues é uma carioca da gema, com contornos paulistanos, adquiridos no convívio com a gente e as coisas de Cotia, na Grande São Paulo, para onde veio, em setembro de 2001, vivenciar sua maior e melhor aventura: a vida a dois com o homem que ama, o marido Luiz Camargo.
“Trouxe, junto com a bagagem, mais do que a esperança, a certeza de uma escolha consciente e madura e a mãe octogenária, que hoje já não se encontra mais junto de nós”, declara Maria do Carmo.
Desde que chegou em terras paulistas, Maria mora na Granja Viana.
“Esse bairro simpático e acolhedor, que nos permite uma simplicidade, um cotidiano menos frenético e mais contemplativo do que a grande metrópole paulistano, que eu adoro, mas prefiro apreciar de longe e me aproximar apenas quando me proporciona prazeres gastronômicos ou de lazer, junto à família de meu marido”, afirma.
Passados esses 13 anos e faltando poucos meses para se aposentar, tomou a decisão de se lançar à carreira de escritora.
“Fui movida mais pela audácia e pela total falta de bom senso, do que pelo talento para tanto”, diz.
Maria conta que sempre gostou de escrever muito e passou a vida toda transferindo para o papel, suas emoções, impressões, anseios, dúvidas existenciais e, o mais comum, as trapalhadas em que costuma me envolver.
“Sou e sempre fui uma contadora de causos. Algumas pessoas dizem que gostam do que eu conto. E o que não me faltam são histórias”, declara.
A escritora teve o privilégio de construir uma sólida, e segundo ela, entusiasmante carreira, tanto como servidora pública federal, inicialmente junto ao Ministério da Aeronáutica, onde trabalhou por mais de dez anos no Aeroporto Santos Dumont – RJ e depois no Tribunal Regional do Trabalho, de onde se aposentará em janeiro, e no ensino superior privado, tanto como administradora, como professora.
“Esse universo, rico e fervilhante de personagens e acontecimentos, me proporcionou uma maravilhosa gama de experiências e vivências que me fizeram pensar em divulgar nos livros que trago guardados nas gavetas do armário e do coração”, afirma.
Maria diz que esse ano de 2014, em meio a uma tempestade emocional, que a transformou em um vulcão de sentimentos prestes a entrar em erupção, fez o que sempre costumava fazer nas diversas crises que a ameaçaram ao longo dos tempos: escreveu.
“Lancei minha página no facebook, usando o pseudônimo Téia Camargo, em homenagem a dois homens importantes na minha vida: Téia, o apelido de infância criado por meu querido irmão Alberto e Camargo, sobrenome do meu amado marido, o qual eu não incorporei ao meu por ocasião da oficialização de nosso casamento em 2003”, diz a escritora.
A página começou tímida, foi ganhando força e agora já conta com mais de 2.7 mil curtidas de gente que a incentiva a seguir em frente e me faz acreditar que este pode ser um bom caminho.
“Desconfio que o número alto de curtidores se deva à gentileza, compreensão e paciência dos meus amigos: os antigos, os novos, os reais e os virtuais, que têm atendido meus insistentes pedidos para que conheçam, curtam e compartilhem meus textos”.
Téia, ou Maria, também se aventurou a escrever As aventuras de Maya – A cadelinha filha única, na ferramenta de acesso livre e gratuito Wattpad.
“Se quiserem me dar a honra e o prazer de visitar, curtir e compartilhar a página, será uma honra”, diz Maria do Carmo.
O livro As aventuras de Maya, já disponível para pré-venda em formato digital no site Amazon.
Ao adquirir um exemplar, 5% da arrecadação de direitos autorais será destinada à entidade Pequeno Cotolengo que acolhe deficientes físicos e mentais.











