O ano mal começou e já estamos atentos para as recentes mudanças do texto do Plano Diretor de Cotia.
De acordo com Luciane Regis Laraia Alegre, arquiteta e urbanista, atual secretaria do Meio Ambiente e Agropecuária de Cotia, entre as principais mudanças do plano estão a readequação das Macrozonas com a nova denominação, limitação das áreas de desenvolvimento urbano, uso dos instrumentos de gestão do desenvolvimento urbano e suas incidências, instrumentos de gestão ambiental, articulado com as políticas de gestão ambiental e compatibilização com as leis ambientais incidentes no município.
“A maior dificuldade foi reorganizar o texto original do Plano Diretor aprovado em 2007 e avaliar os objetivos anteriores e compatibiliza-los com o texto da revisão”, declara Luciane .
De acordo com a secretária, houve participação popular desde o início.
“Contabilizando todas as reuniões que tivemos com a presença da população, com o Conselho da Cidade e com as reuniões de bairros, foram um total de 68 reuniões de preparação do Plano Diretor onde houve participação popular, excluindo as reuniões internas com os profissionais da prefeitura e com a assessoria técnica de elaboração da minuta da lei”, afirma.
“A expectativa é de que o Plano Diretor proporcione um desenvolvimento sustentável ao município, propiciando a aplicação dos instrumentos do Estatuto da Cidade nas questões de ordenamento territorial, na implantações de novos empreendimentos e nas compensações e ações mitigadoras nas questões ambientais”, diz.
A secretária afirma que acredita que o texto não terá nenhuma dificuldade em passar pela Câmara Municipal, já que agora passará pela analise dos vereadores.
“Todos os temas estão entrelaçados com o desenvolvimento sustentável da cidade, sempre voltados à qualidade de vida do meio ambiente construído e do meio ambiente natural”, declara Luciane.
De acordo com a secretaria, este Plano Diretor irá permitir uma melhor organização territorial e permitirá o uso de instrumentos de gestão territorial que antes não existiam, isso quer dizer que, por exemplo, ficará mais fácil a aquisição de terrenos para implantação de equipamentos públicos e melhoria viária.












