Depois de intensos protestos e paralisação de professores da rede municipal de ensino, a prefeitura disponibilizou 10 milhões para a educação – que já era um dinheiro destinado à educação – para o pagamento de 5% de dissídio e o pagamento dos benefícios, em ordem cronológica, até este valor se esgotar.
Desde o último dia 3 de março os profissionais se organizavam para receber o dissidio de 11,5%, referente ao mês de fevereiro, pagamento de benefícios atrasados, finalização do Plano de Carreira e melhoria estruturais nas escolas.
Com a aceitação da proposta da Prefeitura, os profissionais de ensino devem retomar as aulas a partir de amanhã e estudar a melhor forma de reposição de aulas.
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