Em comemoração aos 20 anos da revista Circuito, trazemos uma série de entrevistas com uma moçada que já mostra a que veio em trajetórias de puro sucesso. Sabendo usar talento e vocação, esses jovens da faixa dos 20 anos pensam grande, voam alto e não se deixam abater por obstáculos!
Virado pela Educação
Para Abidan Henrique da Silva, nascido e crescido nos limites entre Embu das Artes e Cotia, a oportunidade do ensino de qualidade virou o jogo da sua vida para sempre. Ele estudou até a 8ª série, equivalente ao 9º ano, na Escola Municipal do Caputera, e até os 14 anos, só pensava em ser jogador de futebol. “O que mudou minha vida foi uma professora que me falou sobre uma ONG que dava bolsas de estudos para que alunos de escolas públicas fossem para escolas privadas de ponta e pudessem impulsionar seus estudos”, lembra. Ele se inscreveu para o Instituto Ismart e passou: em 2012, entrou no ensino médio do Colégio Sidarta e esse foi o grande divisor de águas em sua vida, porque ampliou os horizontes e mostrou novas oportunidades. “No segundo ano do ensino médio, eu soube de uma nova oportunidade oferecida pelo Sidarta, que era um Summer em Harvard, nos Estados Unidos, oferecido por Robert Wong, um dos Conselheiros do Sidarta”, conta. Era uma bolsa única. Estudou muito e, no terceiro ano, em 2014, foi aprovado. “Ou seja, em dois anos e meio, fui do Caputera para Harvard”, brinca. Além de mudar sua vida, as oportunidades oferecidas no Sidarta mudaram a vida de toda a família. A mãe, que era empregada doméstica e havia estudado até a 4ª série, vendo o progresso do filho, voltou a estudar e hoje é pedagoga. O pai, marceneiro, também voltou a estudar. Foi a partir de todas essas experiências que, aos 20 anos, Abidan também criou o Movimento Km 23 (referência ao km 23 da Régis, onde está a comunidade em que hoje ele atua voluntariamente). E para fechar esta história toda com uma baita chave de ouro, este ano, Abidan foi convidado a participar da Brazil Conference, em Harvard, pela segunda vez.
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Muito mais que 20 medalhas
Ele já perdeu a conta das medalhas que conquistou com o tae kwon do. Aos 20 anos de idade, Leandro Abner Ferreira de Souza já levou as bandeiras do Brasil e de Cotia para países como Argentina, Chile, México, Canadá, Itália e até para China! Ganhou títulos importantíssimos no tae kwon do, como o ouro no Pan-americano Juvenil em 2013, bronze no Campeonato Mundial Junior do Canadá em 2016, ouro no Sul-americano da Argentina em 2017, além de ser hexacampeão paulista e pentacampeão brasileiro. Morador de Caucaia do Alto, começou a praticar tae kwon do aos 6 anos. Durante sua trajetória no esporte, recebeu bolsa atleta em Cotia para poder dedicar-se aos treinos e, hoje, é atleta da Marinha Brasileira.
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Energia criativa
Dois jovens amigos de 18 anos. João Tertto e Pedro Salgado se conheceram na adolescência, nos anos finais do ensino fundamental. Em algum tempo de amizade, logo perceberam que curtiam os mesmos estilos musicais, mas João Tertto foi o primeiro a se arriscar na música. Há dois anos, resolveram formar uma dupla musical, a Merak1, e se classificam como um R&B um pouco mais atual, com influências do trap music, do próprio funk brasileiro, soul americano e do hip-hop. João completou 19 anos em junho e já está montando seu próprio estúdio em casa. Aos 20 anos, espera produzir suas músicas e alugar seu estúdio para a produção musical de outros artistas.
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Saúde é vida
Aos 10 anos, Estefany Maiara da Silva foi diagnosticada com um craniofaringioma, tumor benigno intracraniano, teve de fazer cirurgias complicadas e chegou a ser desenganada, mas sobreviveu. Mesmo com a experiência difícil e da rotina com constantes visitas a médicos, internações e cirurgias na cabeça, não se abalou. Hoje, aos 23 anos, apesar de ainda ter de tomar muitos remédios e fazer tratamentos hormonais, Estefany conseguiu ficar até mais alta que a mãe e é aluna de um curso técnico de enfermagem, almejando ser médica neurocirurgiã da ONG Médicos Sem Fronteiras para fazer pelos outros o que fizeram por ela.
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Médico ou veterinário?
Terminando o ensino médio no Colégio Giusto Zonzini, João Marcos Castilho Coelho ainda estava em dúvida: prestaria vestibular para medicina ou veterinária? “Eu levei em conta que sempre gostei muito de animais e tomei a decisão”, explica. Prestou o vestibular e entrou direto na USP, aos 17 anos. Era o segundo mais novo da classe. Formou-se no ano passado, tentou um processo seletivo para uma residência de dois anos no Hospital Veterinário da USP e passou novamente. Ou seja, aos 22 anos, João Marcos já é um médico veterinário formado e fazendo residência, recebendo uma bolsa para trabalhar e aprender mais.
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Jovens empreendedores
Aos 20 anos, cursando faculdade de Design no Mackenzie, Matheus Camargo, conhecido como MC, começou a desenvolver sua própria marca de roupas estilo Street Wear, a Aura, com o amigo Bruno Bastos, conhecido como B2, três anos mais velho. Isso foi em 2017. Mas não colocaram logo as roupas à venda, pois também desenvolveram uma estratégia de marketing. Primeiro, Matheus desenvolveu uma identidade visual da marca, um aviãozinho, que transformou em adesivo e colava em toda parte. Então, em março de 2018, começaram a trabalhar a marca nas redes sociais, principalmente no Instagram, postando o aviãozinho colado em vários pontos de Cotia, perguntando onde estava. A marca caiu no gosto da galera. Em dezembro de 2018, eles começaram a vender as primeiras roupas pela internet e, hoje, a marca está em camisetas, bonés e bermudas da tribo do Street Wear de Cotia e região. Em dezembro de 2019, Matheus e seu sócio conseguiram espaço para abrir sua loja física, a Pico Aura. Agora, além da loja de roupas, têm um barzinho com sinuca ao lado, uma hamburgueria em foodtruck e uma barbearia! Eles já têm até funcionários trabalhando para eles. Todos na mesma etária.
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Pingo de Ouro
O percussionista John Anderson da Silva Cardoso frequenta o Instituto Gira-Sol, de Cotia, desde quando ainda estava na barriga de sua mãe, a famosa tia Vera Lucia Nunes da Silva, vice-presidente da entidade. “Aos 4 anos, eu já tocava atabaque, depois passei para o pandeiro e fui aprendendo, um a um, como tocar todos os instrumentos de percussão”, conta. Lembrado como um dos Pingos de Ouro do Instituto, logo passou de aluno do projeto a voluntário mirim, aos 13 anos. Um pouco antes, ele também participou do Projeto Guri, o que também lhe trouxe boa experiência com a música. Hoje, aos 23 anos, músico profissional, toca em barzinhos e casas de shows, além de dar aulas particulares de música, mas não deixou o trabalho voluntário. Todos os sábados dá aulas de música no Instituto Gira-Sol, onde tudo começou.
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Menina de Ouro de Cotia
Aline Santos fará 20 anos em dezembro. Durante dez anos, foi mais conhecida por Nina, pois esse foi seu nome de atleta nas equipes de Ginástica Rítmica e Ginástica Estética de Grupo de Cotia, treinada pela professora Maria José Belafronte Hernandes, a Zeza. Aline começou a treinar aos 7 anos e conquistou títulos importantes como o de campeã pan-americana de Ginástica Estética de Grupo em 2017 e pentacampeã Brasileira de Ginástica Estética de Grupo em 2018. Sim, ela foi uma das meninas de ouro que mobilizaram Cotia em uma grande campanha em 2017 para conseguir viajar para o México, lembra? Também foi medalha de bronze em Ginástica Rítmica nos Jogos Regionais de 2018, em Santo André, com o aparelho fita. Em 2019, porém, por falta de apoio no esporte, resolveu deixar de representar Cotia e partiu para outros rumos profissionais. Hoje, ela trabalha como recepcionista na escola de dança e pilates aberta por uma de suas ex-colegas da ginástica e também faz um curso técnico de enfermagem.
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Vitória nas marés da vida
Henry Alarcon Donato, de 18 anos, entrou na Escola da Granja no 5º ano do ensino fundamental, vindo de outra escola, onde não havia se adaptado. Chegou com dificuldades de aprendizagem, mas principalmente autoestima baixa e problemas de relacionamento. “Foi um trabalho bem longo, com coordenadores, diretores, professores, mas com o tempo comecei a me enturmar e descobrir as coisas que gostava”, ressalta. E uma delas era nadar. Quando estava no 8º ano, sua mãe o levou para competir no Ibirapuera, pelo Sesi Cotia, quando venceu os garotos do Sesi Osasco. Foi aí que ele recebeu um convite para fazer um teste no Sesi Osasco e passou. Como continuava com notas baixas na escola, sua mãe resolveu tirá-lo da natação. Mas o técnico pediu um bimestre para mudar a vida do Henry e… mudou. O jovem concluiu o ensino médio, entrou em Engenharia Civil no Mackenzie, e hoje, no terceiro semestre da faculdade, além de estudar, continua competindo. É atleta da Federação Paulista de Natação, representa a Prefeitura de Osasco nas competições e também é atleta do Mackenzie, com bolsa por representar a universidade em competições universitárias.
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Babá de células?
Desde criança, Kayque Alves Telles Silva sempre foi muito curioso e interessado em assuntos de ciências, pesquisas e descobertas científicas. Amava histórias sobre dinossauros! Entrou aos 6 anos na primeira série do Colégio Giusto Zonzini e logo seus pais foram consultados sobre a possibilidade de passá-lo direto para a segunda série, pois seu desenvolvimento estava adiantado. Kayke formou-se no ensino médio aos 16 anos e, com essa idade, ingressou no primeiro ano da Faculdade de Ciências Biológicas da USP, graduando-se como bacharel aos 19 anos e concluindo a licenciatura com 20 anos! No ano passado, fez uma prova para cursar a pós-graduação do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva da USP e entrou como aluno de doutorado direto. Está bom assim? Não. Simultaneamente ao doutorado direto, Kayque está fazendo outra graduação em química! Ele explica que, apesar de todos estes estudos, nunca teve interesse exclusivo pela área de biologia e ainda pretende se graduar também em física para compreender as ciências por completo.
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Herdeiro da Congada
Sobrinho neto do Sr. Benedito, criador da Congada de São Benedito de Cotia, patrimônio imaterial da cidade de Cotia, o jovem Rógi Castro, de 19 anos, entrou para a congada aos 3 aninhos de idade, quando ganhou um surdinho de chumbo revestido de corino e um apito. De lá para cá, não parou mais de participar desta manifestação cultural que acontece todos os anos em maio. Aprendeu a tocar todos os instrumentos, as danças, as tradições e, hoje, é um dos principais divulgadores da Congada de São Benedito, contramestre e herdeiro das funções do tio-avô no grupo. É ainda passista das Escolas de Samba Unidos do Peruche e Leandro de Itaquera, trabalha na área de eventos culturais e faz faculdade de Gestão Empresarial na Fatec de Cotia, também se formou em Logística pelo Senai Ricardo Lerner, de Cotia, além de ter cursado Gestão Financeira pela Fundação Bradesco. Para o futuro, pretende fazer pós-graduação em Comércio Exterior e abrir um negócio na área de gastronomia.
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Num passe de mágica
Nascido e criado no chamado Morro do Macaco, o jovem Kaique Henrique de Sousa sempre pensou em trabalhar com artes, ser ator ou algo assim. Foi por isso que, aos 12 anos, foi fazer um curso na Recriarte, em São Paulo. Depois soube de um curso de Palhaçaria na Escola de Artes de Itapevi e também se inscreveu. Formou-se palhaço, mas logo em seguida aprendeu alguns truques com cartas de baralho e moedas e encantou-se pela magia. Começou a pesquisar mais e, aos 13, já estava se apresentando como palhaço e mágico em festinhas de aniversário. Também se apresentava voluntariamente em asilos, abrigos de crianças e hospitais para levar um pouco de alegria a quem precisava. Com 15 anos, já estava vivendo de sua arte, porém não deixou de lado os trabalhos voluntários. Juntando a arte da palhaçaria com a mágica, ele criou o Magilhaço! “Eu fazia mágicas vestido de palhaço”, conta. Aos 20 anos, foi contratado pela Rede de Clínicas Médicas para trabalhar com mágica alegrando os pacientes. E aí nasceu mais um personagem: o Dr. Magia. Hoje, aos 22 anos, em meio à pandemia, Kaique vive uma situação diferente porque todos os shows contratados foram cancelados. Agora, ele tem tentado se reinventar fazendo shows de magia on-line.
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Empreendedora do turismo
Uma viagem de formatura do ensino médio integrado ao técnico de Administração na ETEC de Cotia foi decisiva na vida de Carolina Menezes, hoje com 23 anos. Ela tinha 17 anos, na época, e foi pela primeira vez com a turma para a cidade histórica de Paraty, no Rio de Janeiro. Gostou tanto que no ano seguinte foi novamente. Para Carol, o único defeito da viagem era o custo, e foi então que começou a pesquisar por conta própria sobre organização de viagens, hospedagens e passeios. Chegou à conclusão que conseguiria organizar uma viagem semelhante com mais passeios, por menos da metade do preço que havia pagado. Organizou a sua primeira “trip” aos 18 anos, levando amigos e colegas de um curso de aprendiz que fazia em uma ONG. Foi um sucesso, e não parou mais de organizar viagens. Abriu sua própria empresa: a Carol Trips e trocou de faculdade. Hoje, cursa Turismo na Fatec de São Roque.
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Craque da região
Morador do Jardim Boa Vista, próximo do Raposo Shopping, Gabriel Pereira dos Santos começou a brincar com bola aos 5 anos. Logo sua mãe o colocou na escolinha Chute Inicial, do Corinthians, nas proximidades de casa. Foi lá que ele conheceu o treinador Luis Fernando Leal, que anos mais tarde, quando já tinha 14 anos, o levou para treinar no Clube Pitangueiras e o encaminhou, também, para um teste no Guarani, de Campinas. No segundo teste, passou e ficou por dois anos morando lá. Aos 17 anos, surgiu uma nova oportunidade para fazer um teste no sub17 do Corinthians e ele passou. Hoje o meia é o camisa 7 Sub20, tem sido muito elogiado na mídia especializada e foi destaque na Copinha. Já tem até salário e contrato assinado com o Timão com validade até 2022.
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De aluna a professora de dança
A professora de dança Esther Rodrigues, de 20 anos, deu seus primeiros passinhos de dança em uma creche pública, aos 4 anos. Mas foi aos 12 anos, participando de um concurso de dança em sua própria escola, que foi vista pela bailarina Márcia Billar e recebeu o convite para participar de audição para a vaga de bolsista de sua escola. Concorreu e foi classificada! Passou a ter aulas de balé clássico, dança moderna, condicionamento físico e teatro. Também aprendeu passos e movimentos muito difíceis, doloridos até, mas, segundo ela, eram “dificuldades empolgantes”. Um ano depois, Esther foi escolhida para estagiar aos sábados em turmas de Baby Class, com crianças de 3 a 5 anos. Em 2014, quando estava no primeiro ano do ensino médio, foi convidada pela professora com a qual ela estagiara para dar aulas em uma ONG em Osasco. Naquele mesmo ano, participou de um Festival de Danças em Indaiatuba e teve aulas com um professor americano que também a encantou bastante. Em 2015, aos 15 anos, fez sua primeira viagem internacional graças à dança. Foi participar de um Festival de Dança em Orlando, na Flórida, EUA, e foi premiada. Em 2018, fez sua segunda viagem internacional, desta vez para Nova York a fim de participar de um Intercâmbio de Dança. Hoje, Esther dá aulas de jazz infantil e adulto na Baby Class na Escola de Desenvolvimento Artístico (EDA).
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Cantor granjeiro
Lipe sempre teve aptidão no campo das artes. Aprendeu a cantar sozinho e explorou seus talentos desde muito novo, participando de shows de talento e aulas de teatro. Sempre teve o sonho de iniciar uma carreira musical e apesar de cantar em diversos eventos durante anos, foi apenas aos 18 que começou a explorar suas próprias composições e ideias. Hoje, aos 20 anos, já tem dois singles, um deles foi composto no período de quarentena. “Acho que mesmo momentos como esse podem trazer coisas boas. Para mim, foi um período para criar coisas novas e também ver uma inovação que não tinha visto antes na área da arte e do entretenimento. Tirei esse tempo para pensar mais sobre o que eu queria mesmo”, conta o jovem. E o que será que ele quer? “Música, para mim, é minha vida. Poder viver dela é um dos meus maiores sonhos”, responde.
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Hospedagem e gestão hospitalar
Moradora de Votorantim, Rafaela Ferreira de Melo tem 21 anos e está fazendo um curso de Hospedagem na Casa do Moinho. Começou em janeiro, ficou hospedada lá até março, mas agora está fazendo o curso on-line. “Hoje, a parte prática estou aplicando em casa”, conta. Quem adorou foi sua mãe que, agora, tem a casa arrumadinha todo dia. Quando terminar o curso, pretende buscar uma vaga em recepção de hotéis por gostar de ter contato com o público, mas seus sonhos vão além. Também pretende fazer uma faculdade de gestão hospitalar.
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Vianna na literatura
Ricardo Vianna é um autêntico granjeiro (seu sobrenome não tem relação com a família Vianna da Granja) que, aos 20 anos, lança o seu primeiro livro de contos: Sentimentos Vãos, pela editora Viseu. A obra reúne 16 contos, que, segundo o autor, não falam de pessoas, mas falam dos sentimentos que as movem. “Na verdade, todos os textos expressam sensações que vivi em algum momento da minha vida, ou que percebi que alguém viveu”, explica.
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Mestre da gastronomia
Ela não sonha ser chef, dona de um restaurante. Quer formar futuros chefs ou, simplesmente, bons cozinheiros. Pesquisar, estudar e ensinar gastronomia brasileira. Sonha viajar pelo Brasil garimpando receitas e fazer cursos on-line de gastronomia regional. Aos 21 anos, a gastrônoma Letícia Mendes, formada no Curso Técnico de Cozinha na Casa do Moinho, já está colocando seus projetos em andamento mesmo na pandemia: seu primeiro curso on-line de gastronomia está sendo preparado. Trabalhou como auxiliar de cozinha com o chef Anderson André Gonçalves no Hotel Meliá Paulista. De lá, foi para o restaurante francês Antonella Maison, nos Jardins, por indicação do próprio Rodrigo Oliveira, e depois para o Botanikafé, da alameda Lorena.
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Por Mônica Krausz



















